Ecoturismo e Artesanato – SANDBOX WP https://teste.projeto-zero.site Subdominio de Teste Tue, 05 Nov 2024 21:27:27 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 Oficina capacita empreendedores sobre gestão do turismo de base comunitária https://teste.projeto-zero.site/oficina-capacita-empreendedores-sobre-gestao-do-turismo-de-base-comunitaria/ https://teste.projeto-zero.site/oficina-capacita-empreendedores-sobre-gestao-do-turismo-de-base-comunitaria/#respond Tue, 05 Nov 2024 21:27:27 +0000 https://projeto-zero.site/?p=21063 Objetivo é promover conhecimento e ampliar as possibilidades de desenvolvimento desses empreendimentos coletivos

O Projeto Saúde e Alegria (PSA) realizou entre os dias 28 de outubro e 01 de novembro, uma Oficina de Gestão Administrativa e Financeira de Empreendimentos de Turismo de Base Comunitária, no Centro de Formação Chico Roque, em Santarém. A iniciativa capacitou gestores de 9 empreendimentos comunitários, que estão localizados em três áreas protegidas: RESEX Tapajós-Arapiuns, Flona Tapajós e Projeto de Assentamento Extrativista Lago Grande. O objetivo do projeto é levar informações aos participantes para melhorar a gestão e monitoramento dos empreendimentos de turismo de base comunitária, além de ampliar o conhecimento e compreensão dos gestores comunitários sobre estratégias de comercialização e precificação. A atividade é realizada pelo Projeto de Economia da Floresta do Projeto Saúde e Alegria com apoio da WWF.

“Pra além do conteúdo do curso, é muito interessante a troca de conhecimento, de experiências entre eles. O conteúdo é fundamental, a gestão financeira desses empreendimentos, a precificação dos atrativos, dos produtos. O curso vai desde uma parte mais prática, de como é feito isso, a etapa de planilhas, monitoramento para conseguirem ter o domínio de quantas pessoas eles estão recebendo e as avaliações, para entenderem como está desenvolvendo os empreendimentos deles” enfatizou Olivia Beatriz, do PSA.

Durante os cinco dias de oficina, os participantes puderam aprender estratégias de comercialização e o uso de tecnologia para gestão. Como trabalhar pela internet e fortalecer o turismo de base comunitária, comercializar produtos e conversar com clientes. Eles puderam também apresentar seus empreendimentos e identificar caminhos possíveis para ampliar e manter o fluxo turístico nas comunidades.

“A dinâmica da formação é muito boa, conta com profissionais incríveis, que repassam esses conhecimentos pra gente. E a gente pode ter essa experiência na teoria e na prática, então isso é importante. Tem situações que a gente observa agora, que não conseguíamos ver nas comunidades. Isso vem para alavancar, fortalecer, o nosso Turismo de Base Comunitária” destacou o empreendedor da Comunidade Maripá, Rui Salatiel de Assunção.

“É uma formação oportuna, válida e muito importante pra gente rever, refletir e ajustar o que fazer nos empreendimentos. A precificação é uma questão muito complexa dentro das comunidades, então a gente viu que estava fazendo de forma incorreta. Aqui, percebi que precisamos fazer esse ajuste para alavancar o turismo de base comunitária aqui na região”, ressaltou a Presidente da TURIARTE (Cooperativa do Turismo e Artesanato da Floresta) , Ingrid Godinho.

Os gestores também participaram de momentos de discussão para troca de experiências entre os participantes, fomentando a reflexão sobre os pontos de atenção para melhorias de suas práticas e destacando os pontos de avanço de cada empreendimento. E realizar aulas práticas e tirar dúvidas sobre as tecnologias que possibilitam o impulsionamento dos serviços. 

“Está sendo bem legal, pessoal está aprendendo a mexer no computador, nas planilhas. Trabalhamos também com a parte de precificação, da parte mais conceitual. A gente fez alguns exercícios mais teórico, e também atividades práticas nos computadores e planilhas” explicou a Mediadora da Oficina, Amanda Santos.

“Essa oficina está sendo uma grande oportunidade para as comunidades interagirem entre elas, com diferentes empreendimentos, diferentes experiências. Uma oficina que reúne jovens, adultos, e eles estão aproveitando para conversar, estabelecer redes e fortalecer o que elas já vem fazendo na região pelo Turismo de Base Comunitária” disse a Mediadora da Oficina, Lana Rosa.

Todos os participantes receberam o certificado de conclusão da oficina, e a expectativa é que possam compartilhar as experiências e aprendizados nas comunidades. O PSA trabalha para orientar empreendedores e fortalecer a cadeia do Turismo de Base Comunitária na região. 

“Essa experiência está sendo muito boa, porque estou aprendendo como gerenciar o trabalho do Ecoturismo de Base Comunitária. Isso só fortalece o nosso trabalho. Eu vou tá chegando na comunidade, reunir e repassar tudo que já vi, aprendi e colocar em prática” comemorou a empreendedora da Comunidade Urucureá, no Rio Arapiuns, Rosângela Castro.

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Turismo Comunitário: curso em boas práticas de manipulação de alimentos capacita moradores da aldeia Vista Alegre do Capixauã  https://teste.projeto-zero.site/curso-boas-praticas-manipulacao-alimentos/ https://teste.projeto-zero.site/curso-boas-praticas-manipulacao-alimentos/#respond Thu, 23 May 2024 17:26:06 +0000 https://projeto-zero.site/?p=20271 Comunitários que atuam com receptivo no Turismo de Base participam de formação que habilita para manipulação adequada de alimentos;

No período de 20 a 24 de maio, vinte pessoas participam do curso de boas práticas de manipulação de Alimentos na própria comunidade promovido pelo Projeto Saúde e Alegria em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR). “A finalidade é capacitar essas pessoas que vão estar trabalhando na pousada com o preparo de alimentos. Com esse objetivo de trazer esse conhecimento, adequado conforme a legislação, nós estamos aqui para capacitar essa equipe toda” – explicou o nutricionista do Senar, Joilson Dutra.

O curso capacita os participantes nas boas práticas de manipulação, abordando temas como: doenças transmitidas por alimentos, higiene e saúde dos funcionários, qualidade da água e controle integrado de pragas, qualidade sanitária na manipulação de alimentos e procedimentos operacionais padronizados para higienização das instalações e do ambiente.

Curso de boas práticas de manipulação de alimentos capacitou moradores que atuam com Turismo de Base Comunitária.

A formação faz parte das ações da Escola Floresta Ativa – uma plataforma para a capacitação das comunidades da Amazônia, visando fortalecer a economia da floresta em pé. A experiência ajuda a responder ao desafio da geração de renda nas comunidades associado às demandas existentes por serviços locais em cadeias produtivas da sociobioeconomia em evolução na região. O projeto pretende ser o braço de formação dos atores locais de iniciativas que já vêm sendo implementadas pelo Saúde e Alegria e demais parceiros, como a pousada comunitária construída pelo Programa Floresta Ativa.

A gente está muito feliz com essa parceria porque é um projeto voltado para capacitação e educação, voltado para o treinamento de pessoas da própria comunidade, como agentes multiplicadores para manutenção e reparos de sistemas de energia renovável, turismo de base comunitária, mulheres artesãs, saúde, agrofloresta. É um projeto de formação para gerar autonomia e emancipação comunitária”, disse Caetano Scannavino, coordenador do PSA.

Durante a formação, os participantes puderam refletir sobre as práticas atuais e o que pode melhorar, considerando aspectos de segurança alimentar, destacou Dutra: “Os microorganismos estão presentes em todos os lugares, pois podem transmitir doenças através dos alimentos. É satisfatório trazer qualidade para atender os turistas que se hospedarão na aldeia”.

Visitantes se servem no refeitório da Pousada Uka Suri.

Para a educadora alimentar da escola e tesoureira da Aldeia Vista Alegre, Sandra Sousa, o curso possibilitou uma imersão sobre temáticas ligadas à produção dos alimentos: “fortalecer nosso conhecimento, abrir a nossa memória para algo que possamos fazer uma boa alimentação na nossa escola, pousada, turistas que visitam nossa aldeia. Pra mim está sendo um conhecimento novo”, pontua.

O projeto é realizado com apoio da Fundação Toyota do Brasil, que tem dentre os cursos a serem ofertados: turismo de base comunitária e seus serviços (gestão de empreendimentos coletivos, boas práticas de manipulação de alimentos, gastronomia, condutores de trilhas na natureza, boas práticas de receptivo), inclusão digital, manejo de óleos e sementes da floresta, manejo de abelhas e produção de mel, energias renováveis (formação de eletricistas do sol), artesanato da floresta, gestão e proteção territorial, entre outros. “Foca em desenvolvimento das pessoas em inclusão digital, empreendedorismo, turismo, artesanato. Tudo aquilo que as pessoas precisam para o desenvolvimento do país. Especialmente às vésperas da COP 30 no Brasil, isso é muito importante para preparar o país ”, destacou Roberto Braun, presidente da Fundação Toyota.

Vista aérea da Pousada Uka Suri com o lago Vista Alegre ao fundo.

A Pousada da Aldeia Vista Alegre do Capixauã foi construída pelo Programa de Economia da Floresta do PSA na Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns (RESEX), localizada no município de Santarém, Pará, Brasil. Com o objetivo de promover o turismo sustentável na região, valorizando a cultura local e a natureza, está situada na Aldeia Vista Alegre do Capixauã, uma comunidade ribeirinha na Amazônia.

Recentemente, foram instalados sistemas fotovoltaicos off-grid para abastecer a pousada, permitindo que ela funcione de forma autônoma, sem depender da rede elétrica convencional. A estratégia é promover a floresta em pé, envolvendo diferentes frentes de trabalho para beneficiar tanto a comunidade local quanto o meio ambiente, oferecendo aos visitantes acesso à cultura, à biodiversidade e à vivência no território.

Foto de capa: Elis Lucien/PSA.

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Saúde e Alegria apresenta resultados das ações em 2019 https://teste.projeto-zero.site/saude-e-alegria-apresenta-resultados-das-acoes-em-2019/ https://teste.projeto-zero.site/saude-e-alegria-apresenta-resultados-das-acoes-em-2019/#respond Thu, 25 Jun 2020 00:05:43 +0000 https://projeto-zero.site/?p=12003 Organização civil sem fins lucrativos atuante desde 1987 em comunidades da Amazônia com ênfase na proposição de políticas públicas, melhoria da qualidade de vida, exercício da cidadania e direitos humanos das populações atendidas apresenta relatório anual em conformidade com a transparência da instituição;  

Cerca de 30 mil moradores de comunidades rurais – sobretudo populações tradicionais da região oeste do estado do Pará são atualmente atendidos pelo PSA. As ações buscam desenvolvimento comunitário e territorial, sustentável e integrado, nas áreas de Ordenamento territorial, fundiário e ambiental; Organização social, cidadania e direitos humanos; Educação, cultura, comunicação e inclusão digital; Saúde, acesso à água e saneamento; Energias renováveis e Geração de renda por meio de atividades agroextrativistas e outros produtos e serviços da sociobiodiversidade ou da economia da floresta.

A equipe técnica interdisciplinar da instituição utiliza metodologias participativas para mobilizar e engajar os moradores, não apenas como público participante das ações, mas como parceiros ativos na construção de soluções para seus próprios desafios. Em um trabalho lúdico e educativo, lideranças, produtores rurais, empreendedores, professores, agentes de saúde, mulheres, jovens e crianças tornam-se, também, multiplicadores dos projetos. A participação ativa no diagnóstico, planejamento e acompanhamento das ações, propicia também a autogestão de seu desenvolvimento.

O ano de 2019 foi desafiador para o PSA em decorrência do volume de atividades e projetos desenvolvidos e pelo contexto político e social brasileiro que vivemos.  Apesar das dificuldades, foram muitos os resultados alcançados.

As principais realizações e seus resultados, podem ser conhecidas no Relatório Anual 2019 do Saúde e Alegria 

E também neste animado vídeo que apresenta de forma lúdica as ações de 2019.

Transparência

Em conformidade com o ano fiscal brasileiro – janeiro a dezembro –, os relatórios financeiros, as prestações de contas e os balanços patrimoniais são atualizados e auditados por um serviço independente, para então serem submetidos às instâncias deliberativas de gestão da organização, bem como para órgãos públicos de fiscalização, assim como para o público em geral.

Assim sendo, os documentos das auditorias financeiras já estão disponível em nosso site. 

Acesse aqui os Pareceres de Auditorias Financeiras Anuais

A apresentação dos resultados das ações e as auditorias fiscais, dialogam com a premissa da instituição de garantir a transparência, comentou a coordenadora https://teste.projeto-zero.site/wp-content/uploads/2023/02/Criancas-com-Saude-e-Alegria-3-scaled-1-1.jpgistrativa do Projeto Saúde e Alegria, Adriana Pontes: “Hoje vemos muitos debates sobre o papel da ONGs, muitas vezes contaminado por desconhecimento das leis que regem o trabalho dessas entidades. Por isso, é importante explicar para a sociedade como funcionam, como são geridas, e aperfeiçoar procedimentos de transparência para valorizar o trabalho feito por organizações sérias”.

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Turismo de Base Comunitária é aposta para economia da floresta https://teste.projeto-zero.site/turismo-de-base-comunitaria-e-aposta-para-economia-na-floresta/ https://teste.projeto-zero.site/turismo-de-base-comunitaria-e-aposta-para-economia-na-floresta/#respond Mon, 02 Mar 2020 14:55:27 +0000 https://projeto-zero.site/?p=10860 Desenvolvimento do turismo social e ambientalmente responsável, integrado à vida das comunidades, dinamiza  outras atividades econômicas, como a produção agrícola familiar, oferta de serviços como culinária, lazer, passeios e a produção cultural de artesanato e cultura;

Cada vez mais promover a sustentabilidade aos povos das comunidades da floresta amazônica tem sido fundamental. Entender a necessidade de possibilitar formas de geração de renda com respeito ao meio ambiente e valorização da cultura tradicional empoderando as comunidades é a proposta do Programa Economia da Floresta do Saúde e Alegria.

Foto: Valter Oliveira/PSA.

Neste sentido, duas atividades com grande potencial econômico se destacam na região do oeste do Pará: o artesanato e o turismo. As ações voltadas à hospitalidade visam a fomentar o turismo comunitário, possibilitando que as populações da floresta se apropriem da atividade turística na Amazônia e a exerçam de maneira ecologicamente correta, economicamente viável e socialmente justa, disseminando sua cultura com responsabilidade. As comunidades recebem capacitação e apoio para a criação de polos de visitação e hospitalidade com infraestrutura.

“A gente vem executando ações com infraestrutura em alguns locais alvo. Estamos concluindo consultoria sobre inventário do potencial turístico e plano de visitação de comunidades da Flona e Resex para implantar polos turísticos […] Também estamos mapeando as comunidades que já desenvolvem atividades de turismo e precisam de apoio em infraestrutura” – explicou a técnica do Saúde e Alegria, Jarine Reis.

Paralelamente ao fomento do turismo comunitário, o PSA realiza um programa de desenvolvimento do artesanato baseado no resgate de técnicas tradicionais, que utilizem matéria-prima extraída da floresta de forma sustentável, e no apoio ao empreendedorismo, com assessoria organizacional, capacitações e estruturação de vendas e marketing.

Atualmente, o programa implementado pelo PSA envolve cerca de 60 artesãs em seis polos comunitários, que desde 2015 integram a Cooperativa de Turismo e Artesanato da Floresta (TuriArte).

(Vídeo produzido pela Turiarte sobre o TBC na comunidade Arimum, no Rio Arapiuns e os artesanatos de palha de tucumã).

Resgate do Artesanato da Floresta

O trabalho do PSA com artesãs e artesãos de comunidades tradicionais paraenses tem suas origens no Projeto de Resgate da Cestaria de Palha de Tucumã e Geração de Renda em Urucureá, implementado em meados dos anos 1990 e idealizado por Márcia Gama, artista plástica, arte-educadora e empreendedora social que coordena o Núcleo de Gênero Mulher Cabocla do PSA.

Na época, a dificuldade de comercializar a produção fazia as artesãs da região do Rio Arapiuns abandonarem a técnica tradicional do trançado de fibras – por exemplo, utilizando corantes industrializados e explorando cada vez menos a criatividade em formatos. Desestimuladas, as artesãs não se organizavam para empreender com uma estratégia comum que fortalecesse a atividade e garantisse a qualidade e a visibilidade dos produtos.

O projeto comandado por Márcia Gama começou com o resgate dos pigmentos naturais junto às artesãs mais antigas. O resultado foi a criação de uma coleção de alto valor cultural e comercial, que passou a conquistar novos mercados. As artesãs agora tinham compradores fixos e encomendas regulares, destacando-se em feiras de negócios no Brasil e no exterior.

Foto: Adriana Pontes/PSA.

A partir do sucesso dessa primeira experiência, iniciou-se uma nova etapa de trabalho com as artesãs: a formalização do empreendimento e a construção de autonomia na gestão. O empenho culminou na Associação de Moradores e Produtores Rurais e Extrativistas de Urucureá (Asmopreura), criada em 2000. Com isso, foi possível não só aumentar a produção de cestarias, como também adequá-la às normas de certificação socioambiental. Por estabelecer um modelo a ser seguido, o programa rendeu reconhecimentos importantes ao PSA, entre eles o Prêmio Cidadania e Iniciativas Sociais Inovadoras, do Banco Mundial, em 2002, e o Prêmio Nacional de Planos de Negócios da Ashoka-McKinsey, em 2005. Desde 2008, a experiência tem sido expandida para outras comunidades, incluindo uma variedade cada vez maior de produtos artesanais.

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Turismo comunitário possibilita reflorestamento e recuperação de igarapé durante Expedição Amazônia https://teste.projeto-zero.site/turismo-comunitario-possibilita-reflorestamento-e-recuperacao-de-igarape-durante-expedicao-amazonia/ https://teste.projeto-zero.site/turismo-comunitario-possibilita-reflorestamento-e-recuperacao-de-igarape-durante-expedicao-amazonia/#respond Thu, 12 Dec 2019 14:00:51 +0000 https://projeto-zero.site/redemocoronga/?p=9987 Liderado pela Iris Social, projeto propõe novo jeito de fazer turismo, aliando preservação ao meio ambiente, desenvolvimento sustentável às comunidades beneficiadas e visita à cenários únicos na Amazônia;

Na expedição realizada no período de 08 a 14 de dezembro nas comunidades do entorno do Centro Experimental Floresta Ativa, dez volunturistas receberam a missão de produzir mudas para reposição florestal, plantar espécies na extensão do igarapé assoreado de Carão utilizando técnicas da Sintropia e colaborar com demais ações de reposição florestal na região.

“É um turismo de mão na massa. Volunturistas ajudam a encher saquinhos, produzir mudas, fazer roçado” – contou o coordenador do Programa Floresta Ativa Tapajós, Paulo Bonassa.

A Jornada apresenta o slogan “Olho no olho” que aproxima visitantes dos moradores de comunidades tradicionais da Amazônia. Longe do conceito tradicional de turismo, a intenção da Expedição é possibilitar aos turistas conhecer novas culturas e poder contribuir com o cuidado ao meio ambiente através de desafios durante a jornada.

Nas redes sociais, @gialimari expressou a alegria em poder participar do turismo de base comunitario: “Na busca por um mundo melhor (e em me tornar uma pessoa melhor tb!), me deparei com a alegria de poder ajudar – literalmente – em um reflorestamento na Amazônia. lindo e impressionante o trabalho de quem cuida disso tudo aqui pra gente”.

“Nosso modelo de viagem funciona na base de expedição onde nós aliamos dois principais recursos: o trabalho voluntário sobre a supervisão e dentro dos trabalhos já realizados pela equipe do PSA e também o turismo de base comunitária realizado em parceria com as comunidades da Resex Tapajos Arapiuns com objetivo de valorizar um pouco mais as culturas tradicionais brasileiras” – explicou a fundadora da Iris – Natália Teichmann.

A intenção do projeto é possibilitar que visitantes conheçam os modos de vida dos comunitários da Amazônia, as diferentes culturas, e promovam geração de renda às famílias tradicionais. “Conforme a gente crescer em viagens, crescer em valorização desse tipo de roteiro, mais comunidades tem como sobrevivem em seu próprio território, valorizando seu modo cultural e ganhando a renda que muitas vezes é difícil de conseguir por aqui” – acrescentou Teichmann.

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Projeto Rede Artesol fomentará cadeia do artesanato no Pará https://teste.projeto-zero.site/projeto-rede-artesol-fomentara-cadeia-do-artesanato-no-para/ https://teste.projeto-zero.site/projeto-rede-artesol-fomentara-cadeia-do-artesanato-no-para/#respond Thu, 31 Oct 2019 14:20:24 +0000 https://projeto-zero.site/redemocoronga/?p=9789 ONG Artesol está ampliando sua atuação no estado, capacitando grupos de artesãos, dando visibilidade para o artesanato paraense e fomentando sua comercialização através de uma rede nacional;

No total, doze associações de artesãos do Pará foram selecionadas para integrar o projeto Rede Artesol. A iniciativa é executada pela ONG fundada há 20 anos pela antropóloga Ruth Cardoso com foco em promover o artesanato tradicional, que é patrimônio cultural do país. Depois de eleitos para integrar uma espécie de “mapa do artesanato brasileiro”, os grupos estão recebendo uma capacitação in loco focada em comunicação e tecnologia para que os artesãos possam divulgar seu trabalho para o mundo e potencializar a comercialização dos seus produtos nacional e internacionalmente. Para isso, esses núcleos produtivos também ganham uma página no portal da Rede (artesol.org.br), um canal efetivo de interlocução e negociações entre associações de artesãos, designers, lojistas, pesquisadores, decoradores, espaços culturais e o próprio consumidor final.

Em 2019, o mapeamento da Artesol incluiu núcleos paraenses como a  Associação dos Artesãos de Nova Pedreira, Vista Alegre e Coroca do Rio Arapiuns – AARTA, em Santarém, o Grupo de ceramistas “Mulheres de Barro”, de Paraupebas, entre outros núcleos de artesãos da Ilha de Marajós.

 Segundo a coordenadora do projeto, Josiane Masson, “mais do que inventariar saberes tradicionais que correm o risco de desaparecerem por falta de acesso ao mercado, a ideia é manter viva essa diversidade de técnicas artesanais única do Brasil, promovendo inclusão social através da cultura popular”.

Ela explica ainda que a principal forma de valorizar esses conhecimentos populares é criar conexões entre o artesão e o mercado dos grandes centros urbanos. “O importante é ver essas conexões online se transformarem em contatos reais, geração de renda e valorização das identidades culturais locais. Estamos muito felizes de testemunhar a Rede se materializar em inúmeras parcerias, pesquisas e negócios que devem se intensificar a partir de 2020, quando vamos relançar o portal com estes novos grupos mapeados em 2019”, afirma.

Turiarte: artesanato em diálogo com o design

Um exemplo de Grupo já mapeado e inserido na plataforma da Rede que tem se beneficiado dessas conexões com o mercado é a Rede Turiarte, que envolve seis diferentes associações de artesãs da Resex Tapajós- Arapiuns. Através da Rede, o grupo foi acionado pela Yankatu, marca de móveis e objetos de decoração de design de São Paulo. Através desse contato nasceu uma coleção de móveis autorais co-criados entre a designer Fernanda Paes(da Yankatu)  e as artesãs da Turiarte. A coleção foi lançada na Made (Mercado Arte e Design), evento mais importante de design do país em 2019. Além disso, o grupo também aumentou suas vendas para lojas do eixo Rio-São Paulo e participou de diferentes eventos nacionais como o Festival da Cultura Imaterial que aconteceu no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, em dezembro de 2018.

Ver vídeo sobre a coleção Turiarte e Yankatu:
https://www.youtube.com/watch?v=5GZBER6sd_o

Mapeamento da cadeia artesanal

Os artesãos que fazem parte da Rede foram selecionados a partir de um criterioso mapeamento que levou em consideração os aspectos culturais como identidade local, utilização de técnicas ancestrais, o manejo sustentável de matérias-primas, a qualidade das peças e a capacidade produtiva dos grupos.

Através de uma pesquisa realizada junto aos atuais membros da Rede inseridos em 2018 no projeto, 89% relataram aumento de contatos via plataforma, sendo 60% desses contatos de lojistas. Os artesãos também afirmaram ter recebido contatos de consumidores finais, jornalistas, turistas, estudantes e pesquisadores através do portal.

Sobre a ArteSol

A ArteSol – Artesanato Solidário é uma ONG concebida em 1998 cujo objetivo é salvaguardar o artesanato de tradição cultural brasileiro e gerar oportunidades de trabalho e renda para comunidades artesãs de todo o Brasil.

Website: https://www.artesol.org.br/

Facebook: https://web.facebook.com/ArtesanatoSolidario.Artesol/

Instagram: https://www.instagram.com/artesol_oficial

YouTube: https://www.youtube.com/user/ArtesanatoSolidario

 

Camila Fróis | (11) 3082-8681 / (11) 96345-5278 / camila@artesol.org.br

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Expedição Amazônia: volunturistas produzem mudas para reflorestamento durante jornada de turismo social https://teste.projeto-zero.site/expedicao-amazonia-volunturistas-produzem-mudas-para-reflorestamento-durante-jornada-de-turismo-social/ https://teste.projeto-zero.site/expedicao-amazonia-volunturistas-produzem-mudas-para-reflorestamento-durante-jornada-de-turismo-social/#respond Wed, 30 Oct 2019 12:08:34 +0000 https://projeto-zero.site/redemocoronga/?p=9782 Projeto liderado pela Iris Social propõe um novo jeito de fazer turismo, aliando preservação ao meio ambiente, desenvolvimento sustentável às comunidades beneficiadas e visita a cenários únicos;

“Olho no olho” é o slogan do projeto de volunturismo que aproxima visitantes dos moradores de comunidades tradicionais da Amazônia. Longe do conceito tradicional de turismo, a intenção da Expedição é possibilitar aos turistas conhecer novas culturas e poder contribuir com o cuidado ao meio ambiente através de desafios durante a jornada.


Na expedição realizada no período de 19 a 25 de outubro nas comunidades do entorno do Centro Experimental Floresta Ativa, integrantes da viagem receberam a missão de produzir mudas para reposição florestal e recolher lixo encontrado nas praias. A atividade resultou na produção de 468 sacos de mudas, 600 mudas com raízes repicadas, 278 mudas de jacarandá transplantadas, 220 mudas de açaí e buriti plantadas na nascente do igarapé de Carão e 32 sacos de 150L de lixo coletados para destinação apropriada.

Maria Paula que descobriu um amor por tarubá, (bebida fermentada de mandioca) relatou que a experiência foi desafiadora e única: “Viver a Amazônia, é isso que fazemos durante a Expedição Amazônia. Experimentar os cheiros e sabores e até os dissabores”.

 


Em parceria com o Projeto Saúde e Alegria, o programa íris social promove o turismo de base comunitária, que pode ser a saída para a economia da floresta, oferecendo ao turista a possibilidade de conhecer as peculiaridades da região, aproveitar as belezas naturais e representar uma forma de desenvolvimento sustentável com respeito à natureza.


“Nosso modelo de viagem funciona na base de expedição onde nós aliamos dois principais recursos: o trabalho voluntário sobre a supervisão e dentro dos trabalhos já realizados pela equipe do PSA e também o turismo de base comunitária realizado em parceria com as comunidades da Resex Tapajos Arapiuns com objetivo de valorizar um pouco mais as culturas tradicionais brasileiras” – explicou a fundadora da Iris – Natália Teichmann.

A intenção do projeto é possibilitar que visitantes conheçam os modos de vida dos comunitários da Amazônia, as diferentes culturas, e promovam geração de renda às famílias tradicionais. “Conforme a gente crescer em viagens, crescer em valorização desse tipo de roteiro, mais comunidades tem como sobrevivem em seu próprio território, valorizando seu modo cultural e ganhando a renda que muitas vezes é difícil de conseguir por aqui” – acrescentou Teichmann.

Fotos: Iris Social.

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Turistas embarcam na ‘Expedição Amazônia’ para turismo comunitário   https://teste.projeto-zero.site/turistas-embarcam-na-expedicao-amazonia-para-turismo-comunitario/ https://teste.projeto-zero.site/turistas-embarcam-na-expedicao-amazonia-para-turismo-comunitario/#respond Sat, 20 Jul 2019 01:33:44 +0000 https://projeto-zero.site/redemocoronga/?p=9387 Vivenciar a realidade Amazônica, conhecer lugares exóticos e ser voluntário na comunidade visitada são propostas do Programa de Volunturismo da Iris Social;

Além de oferecer aos turistas novos roteiros e diversão, o programa de turismo voluntário pretende somar à vida dos moradores da floresta. É que os participantes da expedição se tornam voluntários nas atividades do dia a dia dos comunitários.

O destino de uma turma bem disposta e animada foi a comunidade Carão, na Reserva Extrativista Tapajós Arapiuns em Santarém. O grupo desembarcou na região no dia 15 de julho em busca de aventuras e boas experiências mediadas pela Iris Social. A agência de turismo pratica uma nova modalidade de turismo que prioriza benefícios para quem viaja e para as comunidades anfitriãs.

“Nosso modelo de viagem funciona na base de expedição onde nós aliamos dois principais recursos: o trabalho voluntário sobre a supervisão e dentro dos trabalhos já realizados pela equipe do PSA e também o turismo de base comunitária realizado em parceria com as comunidades da Resex Tapajos Arapiuns com objetivo de valorizar um pouco mais as culturas tradicionais brasileiras” – explicou a fundadora da Iris – Natália Teichmann.

A intenção do projeto é possibilitar que brasileiros conheçam os modos de vida dos comunitários da Amazônia, as diferentes culturas, e promovam geração de renda às famílias tradicionais. “Conforme a gente crescer em viagens, crescer em valorização desse tipo de roteiro, mais comunidades tem como sobrevivem em seu próprio território, valorizando seu modo cultural e ganhando a renda que muitas vezes é difícil de conseguir por aqui” – acrescentou Teichmann.

Nesta expedição, os turistas foram desafiados a contribuir com a produção de mil e duzentas mudas em viveiro com a supervisão da equipe técnica do PSA e construir canteiros de horta na escola Madalena Rodrigues, comunidade Carão para o uso das hortaliças na merenda escolar. Ao final da tarefa, os participantes surpreenderam: produziram 1.443 mudas que serão entregues aos comunitários no início da próxima temporada de chuvas para o reflorestamento da região.

A proposta da expedição se alinha a do turismo de base comunitária que pode ser a saída para a economia da floresta, oferecendo ao turista a possibilidade de conhecer as peculiaridades da região, aproveitar as belezas naturais e representar uma forma de desenvolvimento sustentável com respeito à natureza.

Fotos: Iris Social.

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Oficina capacita comunitários para coleta de sementes https://teste.projeto-zero.site/oficina-capacita-comunitarios-para-coleta-de-sementes/ https://teste.projeto-zero.site/oficina-capacita-comunitarios-para-coleta-de-sementes/#respond Fri, 24 May 2019 14:15:53 +0000 https://projeto-zero.site/redemocoronga/?p=9055 No período de 23 a 25 de maio moradores da Resex Tapajós/Arapiuns, do Assentamento PAE Lago Grande, da Floresta Nacional do Tapajós – FLONA e universitários participam da capacitação no Cefa

Teoria e prática serão trabalhadas no curso que compreende a carga horária de 24 horas. A metodologia abordará dinâmica de apresentação, vídeo debate, visita às áreas de coleta na comunidade e ao complexo do viveiro florestal. O engenheiro florestal do PSA, Steve McQueen destacou o objetivo do curso: “Formar coletores de sementes e produtores de mudas florestais no território”.

Durante três dias os Comunitários da RESEX Tapajós/Arapiuns, do Assentamento PAE Lago Grande, da Floresta Nacional do Tapajós – FLONA e universitários aprenderão técnicas de coleta e a importância da especialização para a prática de fazer florestas.

Embora grandes florestas plantadas abasteçam o mercado mundial, as florestas primárias, são as mais impactadas. “Pensando nisso estamos nos propondo a contribuir com a permanência de novas florestas nesta região, e para isso, precisamos formar pessoas que se sintam bem fazendo o uso de produtos florestais não madeireiros. Portanto estamos propondo este curso de coleta de sementes e produção de mudas para treinar as pessoas a trabalharem com o que o território tem de melhor a floresta em pé” – concluiu McQueen.

O projeto organizado pelo Projeto Saúde e Alegria conta com o financiamento da Fundação Konrad Adenauer e Fundo Amazônia /BNDES.

Fotos: Steve McQueen/PSA.

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Intercambio possibilita produção sustentável de sandálias de látex em Jamaraquá, na Flona de Santarém https://teste.projeto-zero.site/intercambio-possibilita-producao-sustentavel-de-sandalias-de-latex-em-jamaraqua-na-flona-em-santarem/ https://teste.projeto-zero.site/intercambio-possibilita-producao-sustentavel-de-sandalias-de-latex-em-jamaraqua-na-flona-em-santarem/#respond Sat, 27 Apr 2019 18:36:10 +0000 https://projeto-zero.site/redemocoronga/?p=8893 Projeto Ararinha (Acre) selecionado pelo Amazônia Up em 2018 está compartilhando técnicas de fabricação de calçados a partir do uso de látex em comunidades do Pará;

Durante 25 dias, moradores da comunidade Jamaraquá, na Floresta Nacional do Tapajós participaram de oficinas com os vencedores do Programa de empreendedorismo Sustentável Amazônia Up, o casal Daosha Pássaro Alegre e Txāda Shawã da etnia Shãwādawa. O intercambio foi realizado no período de 29 de março a 26 de abril na aldeia, quando na prática, os participantes aprenderam técnicas desde a produção, uso de moldes e coloração das sandálias.

Foto: Arquivo pessoal Daosha

“Incrível. Uma troca muito linda, um sucesso porque dessa oficina saíram sandálias lindíssimas. Nós ensinamos a colorir com terra, com buriti, urucu, jenipapo, açafrão, pó de serra, cores de terra, terra vulcânica e desenvolvemos muitos designers” – contou Daosha.

Sandálias 100% naturais foram produzidas na aldeia atendendo a proposta de inserção de práticas sustentáveis na floresta, com fortalecimento da inclusão social e valorização do trabalho da mulher indígena e ribeirinha. A intenção é que a partir do uso consciente dos recursos naturais as famílias sejam estimuladas a manter a floresta em pé, alcançando a rentabilidade necessária para a sobrevivência.

Ideia premiada

Dentre os treze finalistas no Amazônia Up em 2018, a Ararinha foi a selecionada com o projeto de produção de produtos sustentáveis baseados em bolsas e calçados feitos a partir do látex da Amazônia.  Com o intercambio o projeto de valorização do trabalho da mulher indígena, ribeirinha e  produtores agro-extrativistas das terras indígenas Arara, localizada no município de Porto Walter – Acre, está se estendendo a todos os indígenas e ribeirinhos que possuam látex na região da Amazônia.

Foto: Arquivo pessoal Daosha

A intenção é que as áreas de floresta se tornem autossustentáveis e rentáveis. “A missão da Ararinha é garantir o desenvolvimento econômico de forma sustentável com uso racional dos recursos naturais pelas comunidades e da sociobiodiversidade, garantindo a conversação e proteção da floresta” – ressaltou Daosha que anunciou a próxima etapa será na comunidade São Domingos.

Amazônia Up

O programa destaca iniciativas inovadoras com foco à floresta e biodiversidade, com ênfase às cadeias produtivas de: Açaí, Cacau, Turismo, Gastronomia, Biotecnologia, Pesca, Sistemas Agroflorestais, Produtos florestais não-madeireiros, Sóciobiodiversidade, Pecuária Verde, Agricultura Sustentável e Economia Criativa.

A proposta é atingir estudantes e concluintes de escola técnica/ensino médio, universitários, graduados e integrantes das comunidades abrangidas pela atuação da Rede Jirau de Agroecologia.Durante o Demo Day (Dia de Apresentações) os modelos de negócio e seus protótipos são apresentados para um público representativo do ecossistema de negócios sustentáveis da Amazônia. Em 2018, foram premiadas quatro ideias/negócios com mentorias e recursos para desenvolver ideias.

Para 2019 o programa possibilitará novas experiências, e dessa vez poderá ser realizado em Santarém, destacou o coordenador do programa de empreendedorismo do PSA, Paulo Lima: “estamos trabalhando para organizar o Tapajós Up no Centro Experimental Floresta Ativa – CEFA, este ano” – ressalta.

Foto: Arquivo pessoal Daosha
Foto: Arquivo pessoal Daosha
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