ComSaudeAlegriaSemCorona – SANDBOX WP https://teste.projeto-zero.site Subdominio de Teste Wed, 05 Jun 2024 12:36:20 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 Programa Alô Comunidade celebra quatro anos de impacto na Amazônia https://teste.projeto-zero.site/programa-alo-comunidade-celebra-quatro-anos-de-impacto-na-amazonia/ https://teste.projeto-zero.site/programa-alo-comunidade-celebra-quatro-anos-de-impacto-na-amazonia/#respond Wed, 05 Jun 2024 12:36:20 +0000 https://projeto-zero.site/?p=20323 Com apresentações diárias às 14h00, de domingo a sexta-feira, na Rádio Princesa FM, o Programa Alô Comunidade celebra quatro anos de operação

Idealizado pelo Projeto Saúde e Alegria (PSA) como um instrumento de suporte às comunidades durante a pandemia, o programa inicialmente apoiou a campanha #ComSaúdeeAlegriaSemCorona, levando informações sobre as atividades realizadas pelo PSA e seus parceiros. “Nossa proposta é que o Alô Comunidade continue sendo essa voz popular, mantendo a linha editorial do diálogo direto com o ouvinte, mas sendo ainda mais abrangente, valorizando o vasto universo da vida como ela é nas comunidades da Amazônia”, explicou Fabio Pena, coordenador de Educomunicação do PSA.

Ao longo desses quatro anos de existência, marca uma trajetória de relevância e impacto nas vidas dos habitantes da região. Com 1.400 edições transmitidas, o programa tem sido uma fonte importante de informação, cultura e conexão para os ouvintes. Maiara Arapium, da Aldeia Tucumáçu no Rio Arapiuns, destaca a relevância dele para a cultura local e a oportunidade de dar voz não apenas a ela, mas a todos os seus parentes. Sua família é assídua ouvinte, sintonizando o programa diariamente. “Sou filha do Cacique Preto e da Dona Sonia, da Aldeia Tucumáçu. Tô falando aqui de Campinas, São Paulo, onde eu tô estudando a Unicamp e tô passando pra parabenizar o programa pelos quatro anos de audiência. Lembrar que esse programa é de extrema relevância pra nós, pra nós falarmos sobre nossa cultura, sobre as oportunidades que nós temos. Lembrar que esse programa tem muita relevância pra nós, sobre os avisos, nos mantermos informados sobre tudo”.

Apesar da falta de pesquisas específicas sobre a audiência das rádios na região, estima-se que o programa atinja cerca de 147 mil pessoas. Esse cálculo considera dados do IBGE, que indicam que 89% da população brasileira ouve rádio. Levando em conta a população dos municípios atendidos pela Rádio Princesa FM (Santarém, Belterra, Itaituba, Alenquer e Mojuí dos Campos), essa estimativa reflete a relevância do Alô Comunidade.

O espaço opera também como instrumento de aproximação entre organizações de base e do terceiro setor com as comunidades, a exemplo da Cooperativa dos Trabalhadores Agroextrativistas do Oeste do Pará (Acosper) e do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STTR). Os presidentes das organizações expressaram sua gratidão e mensagem de parabéns ao Alô.

“Queremos agradecer por todo esse tempo, que não tem medidas de esforço, de divulgar nossas informações, as notícias da cooperativa para os cooperados e cooperadas, mas também para toda a sociedade. Então, o programa Alô Comunidade, ele é isso, um programa que tem uma grande audiência, principalmente na área rural. Aqui nós queremos mandar um abraço muito especial a todos os ouvintes, a todas as pessoas que pedem um alô, sempre lembrando que essa população ela está na escuta” – Manoel Edvaldo, presidente da Acosper.

“Sinto a satisfação muito grande de estar aqui para parabenizar o programa Alô Comunidades, esse programa que eu digo que é de utilidade pública, porque tem valorizado as comunidades, as organizações, as ações que são em defesa do meio ambiente. Hoje, sendo o Dia do Meio Ambiente, não poderia ser um dia mais especial, que é o aniversário do programa, mas também é um dia em que todos nós devemos nos empenhar para que a gente possa garantir um ambiente saudável, que a gente possa entender mais, que as nossas ações sejam de equilíbrio ao ecossistema, e a gente fica muito feliz porque esse programa sempre valoriza esse tema, dá muito ênfase à questão ambiental, à questão social” – Ivete Bastos, presidente do STTR.

Alô por carta! Em tempos de WhatsApp, Programa Alô Comunidade recebe presente de ouvinte

Com a popularização dos aplicativos de mensagens instantâneas, o uso das correspondências tem se tornado cada vez mais escasso. A redução do envio de cartas é atestada pelos Correios. Segundo a empresa, o volume de correspondências entre pessoas físicas diminuiu cerca de 70%. A maioria delas, atualmente, são boletos bancários, contas telefônicas e de energia elétrica e revistas.

Apesar disso, a cultura de enviar cartas ainda se mantém viva para uma minoria. Nesta semana, o Programa Alô Comunidade produzido pelo Projeto Saúde e Alegria e comandado pelo jornalista Raik Pereira foi surpreendido com o relato escrito de ouvinte da comunidade Vila Amazonas.

Duvilda Guimarães, moradora da comunidade fez questão de enviar um alô direcionado para amigos e para a equipe do programa. Na carta disse: “É com especial carinho que escrevo para o programa, para pedir que você mande um alô aos amigos: Renato, Natanael, Valdira, Leonara, Denilto, Edilso, Conceição, Jonas, Fátima e eu mando um alô pra você. E aqui desejo muita saúde, paz, amor, alegria pra você e sua família”.

A carta foi a primeira recebida dentre centenas de mensagens de texto e voz no WhatsApp, e SMS que chegam diariamente para o número do programa (93 99143-3944). Para o locutor, receber a carta foi um momento de nostalgia e alegria em poder disponibilizar um espaço democrático para as comunidades: “Além do ouvinte enviar mensagem para registrar audiência e mandar alô, ele também usa o programa para denunciar e questionar. O Alô Comunidade tem sido utilizado para que as lideranças passem recados e avisos para o seu povo sobre reuniões, assembleias, vacinação, etc” – ressaltou Raik.

A população ouviu e aderiu ao chamado de participar diariamente, enviando depoimentos, mandando alôs e denunciando situações delicadas, acrescentou o locutor do programa, Raik Pereira: “O programa foi pensado para ser exatamente isso. Das comunidades para as comunidades, e delas para o poder público para apresentarem suas demandas, reivindicações, angústias, anseios. É tão verdadeiro e natural que as comunidades assumem esse programa. As comunidades chamam esse programa de nosso programa”.

Para ouvir as edições e reportagens do programa, acesse a playlist:

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Saúde e Alegria lança marchinha em incentivo à vacinação no carnaval https://teste.projeto-zero.site/saude-e-alegria-lanca-marchinha-em-incentivo-a-vacinacao-no-carnaval/ https://teste.projeto-zero.site/saude-e-alegria-lanca-marchinha-em-incentivo-a-vacinacao-no-carnaval/#respond Thu, 15 Feb 2024 12:37:16 +0000 https://projeto-zero.site/?p=19872 O Projeto Saúde e Alegria lançou no Carnaval uma marchinha em apoio à vacinação contra a covid-19 e incentivo ao uso de preservativos para evitar transmissão de doenças sexualmente transmissíveis. Com a letra do Mestre Chico Malta, a música destaca a importância da atualização da carteira de vacina. A mensagem ganhou as cores do Gran Circo Mocorongo com o clipe gravado nas dependências do Projeto Saúde e Alegria. Confira:

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Campanha conclui entregas apoiadas pelo Itaú Social com doação à prefeitura de Santarém https://teste.projeto-zero.site/campanha-conclui-entregas-apoiadas-pelo-itau-social-com-doacao-a-prefeitura-de-santarem/ https://teste.projeto-zero.site/campanha-conclui-entregas-apoiadas-pelo-itau-social-com-doacao-a-prefeitura-de-santarem/#respond Wed, 16 Mar 2022 19:56:21 +0000 https://projeto-zero.site/?p=15391 Últimas cestas de alimentação adquiridas através do apoio do Itaú Social foram doadas pelo Projeto Saúde e Alegria à Secretaria Municipal de Assistência Social; 

Nesta quarta-feira (16), a campanha #ComSaudeeAlegriaSemCorona entregou a titular da Semtras, Celsa Brito, cem cestas básicas do Projeto Saúde e Alegria em parceria com o Itaú social. Os alimentos beneficiarão famílias cadastradas nos Centros de Referência em Assistência Social (Cras) do município.

Os mil cento e dez quilos de alimentos não perecíveis, atendem ao pedido da Semtras que buscou apoio para amparar famílias em situação de extrema necessidade e que foram afetadas economicamente pela pandemia covid-19. A prefeitura de Santarém esclareceu que possui um banco de dados com registro de famílias em situação de vulnerabilidade e que a busca por ajuda tem aumentado.

“A gente vê com muita alegria a responsabilidade do Saúde e Alegria contribuindo novamente em Santarém. A gente fica feliz enquanto Semtras atendendo a população vulnerabilidade, idosos, mulheres vítimas de violência doméstica, famílias de jovens que cumprem medida socioeducativa, vão estar sendo contemplados com esse benefício. É um apoio considerável que a gente recebe novamente” – explica Celsa Brito.

A campanha #ComSaudeeAlegriaSemCorona desde o início das ações tem apoiado a prefeitura no suporte com equipamentos para o SUS e apoio direto às populações afetadas. Para o médico fundador do PSA, Eugênio Scannavino, a parceria com o poder público municipal representa a importância da função do terceiro setor no combate à covid-19, no amparo a quem mais precisa: “A gente fica buscando apoio com nossos parceiros e doadores e aquilo que a gente consegue, ajudar a prefeitura que tem desafios enormes, sempre é algo importante. Porque o poder público tem que cuidar de tudo, e tudo é muita coisa. Então se a gente puder somar esforços nesse momento de crise, a gente faz” – conta Scannavino.

A ação é fruto da parceria com o Itaú Social que já beneficiou comunidades de municípios como de Placas, Trairão, Mojuí dos Campos, Novo Progresso, Almeirim, Prainha, Monte Alegre, Curuá, Óbidos, Rurópolis, Itaituba, Santarém, Belterra, Altamira (Rio Xingu) e Gurupá (Ilha de Marajó).

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Três mil famílias do Baixo Amazonas, Alto e Médio Tapajós são apoiadas com cestas básicas da campanha #ComSaudeeAlegriaSemCorona https://teste.projeto-zero.site/tres-mil-familias-do-baixo-amazonas-alto-e-medio-tapajos-sao-apoiadas-com-cestas-basicas-da-campanha-comsaudeealegriasemcorona/ https://teste.projeto-zero.site/tres-mil-familias-do-baixo-amazonas-alto-e-medio-tapajos-sao-apoiadas-com-cestas-basicas-da-campanha-comsaudeealegriasemcorona/#respond Thu, 03 Mar 2022 21:58:34 +0000 https://projeto-zero.site/?p=15284 Nova ação da campanha #ComSaudeeAlegriaSemCorona está atendendo dezoito municípios através de parceiros que atuam em diferentes territórios;

A pandemia da covid-19 acentuou as dificuldades financeiras para muitas famílias ribeirinhas do interior da Amazônia. A campanha Com Saúde e Alegria Sem Corona lançada em 2020, tem buscado apoiá-las nesse momento difícil, e tem atingido as mais vulneráveis, através de parcerias com entidades não governamentais, poder público, associações, cooperativas e Departamentos Sanitários.

Neste mês, estão sendo distribuídas 2.895 cestas básicas que pesam 31.845 quilos, em comunidades carentes dos municípios de Almeirim, Porto de Moz, Prainha, Monte Alegre, Alenquer, Curuá, Óbidos, Oriximiná, Terra Santa, Faro, Belterra, Mojuí dos Campos, Santarém, Rurópolis, Itaituba, Gurupá, Juruti e Aveiro.

O DSEI (Distrito Sanitário Especial Indígena) do Rio Tapajós segue com a distribuição de 986 cestas de alimentação para o povo munduruku e PAE Montanha e Mangabal, no município de Itaituba, Sudoeste do Pará. Os itens estão sendo distribuídos para as famílias indígenas dos povos Mundurukus do Pólo Base do Alto Tapajós e para as aldeias do Médio Tapajós Sawré Jauby, Datie Watpu, Boa fé, Sawré Muybu, Sawré Aboy, Dajé Kapap, Karo Muybu, Poxo Muybu e o PAE Montanha-Mangabal.

Para abranger às 986 famílias indígenas dos territórios atendidos pelo DSEI Rio Tapajós, é preciso contar com aviões bimotores, caminhões e rabetas.

O Bloco dos Heróis fundado em 2012 tem contribuído voluntariamente com ações da campanha para levar prevenção às comunidades da floresta. Em uma década de participações em festejos de carnaval, o ‘Bloco dos heróis’ tem dado exemplo de solidariedade. Iniciado por um grupo de militares do Corpo de Bombeiros, o bloco que surgiu como uma brincadeira para garantir a diversão dos profissionais que durante o período carnavalesco, está com a meta de atingir 650 famílias em diferentes municípios: “Estamos nesse período da pandemia, com uma parceria com o Projeto Saúde e Alegria para doação de alimentos. Estamos desencadeando a operação Calha Norte, que vai levar a campanha a 17 municípios da região, chegando até a Ilha do Marajó” – contou um dos idealizadores, CB Elias Júnior.

Voluntários do Bloco dos Heróis descarregando cestas básicas no município de Óbidos.

Para atingir a meta, contam com o apoio de voluntários espalhados por todas essas cidades. O grupo parceiro da campanha desde o início da pandemia, tem apoiado o PSA para atender quem mais precisa nesse momento delicado. “O nosso objetivo é alcançar essas famílias que teriam mais dificuldade de serem atendidas. Chegar onde é mais difícil chegar naturalmente” – acrescenta.

No município de Oriximiná, as doações contaram com o apoio do 4º Grupamento de Bombeiros Militares do Pará.

Também concluíram as doações a Associação de Moradores e Produtores Agroextrativistas da Comunidade de São Sebastião do Eixo Forte AMASEF (74 cestas), a Turiarte (131), Secretaria Municipal de Aveiro e Federação da Flona do Tapajós (104) e Prefeitura Municipal de Mojuí dos Campos (300).

“É muito importante pro Saúde e Alegria poder contar com todos esses parceiros. Além deles, contamos com apoiadores – fundamentais para atender as famílias em extrema vulnerabilidade social. Para chegar em todos esses territórios, recebemos o apoio do Itaú Social” – esclarece a Assistente Social do PSA, Ananda Pacheco.

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Aldeias Munduruku do alto e médio Tapajós recebem mil cestas básicas da Campanha #ComSaudeeAlegriaSemCorona https://teste.projeto-zero.site/aldeias-munduruku-do-alto-e-medio-tapajos-recebem-mil-cestas-basicas-da-campanha-comsaudeealegriasemcorona/ https://teste.projeto-zero.site/aldeias-munduruku-do-alto-e-medio-tapajos-recebem-mil-cestas-basicas-da-campanha-comsaudeealegriasemcorona/#respond Wed, 02 Feb 2022 22:46:58 +0000 https://projeto-zero.site/?p=15176 Nova ação da campanha visa reforçar a segurança alimentar das populações indígenas, para que não saiam de suas aldeias, se expondo ao risco da contaminação da Covid-19;

Embarcaram nesta quarta-feira (02/02), 986 cestas de alimentação para o povo munduruku e PAE Montanha e Mongabal, com destino ao município de Itaituba, Sudoeste do Pará. Os itens serão entregues ao DSEI (Distrito Sanitário Especial Indígena) do Rio Tapajós, que distribuirá para as famílias indígenas dos povos Mundurukus do Pólo Base do Alto Tapajós e para as aldeias do Médio Tapajós Sawré Jauby, Datie Watpu, Boa fé, Sawré Muybu, Sawré Aboy, Dajé Kapap, Karo Muybu, Poxo Muybu e o PAE Montanha-Mangabal.

O DSEI é responsável por quase treze mil e quinhentos indígenas. Segundo a enfermeira especialista em saúde indígena e saúde coletiva, Coordenadora DSEI, Cleidiane Carvalho a preocupação em garantir a prevenção nesses territórios continua e as parcerias são fundamentais: “E o Saúde e Alegria tem sido grande parceiro, a gente tem trabalhado em conjunto. Essa parceria só tem ajudado o Dsei Rio Tapajós que tem 13.496 indígenas localizados em cinco municípios diferentes.” – conta.

“Por causa do clima chuvoso, o índice de pessoas doentes com sintomas gripais normalmente já era altíssimo, com a pandemia e todas as consequências dela, esse número tem se elevado. Percebemos que são pessoas em situação de vulnerabilidade e que precisam desse apoio emergencial, evitando a circulação de pessoas dentro do território” – esclareceu a assistente social do PSA, Ananda Pacheco.

A distribuição envolve uma complexa logística com caminhões, carros e balsas para fazer chegar as cestas a cada uma das famílias que moram em áreas distintas e distantes. E  o PSA que desde maio de 2020 tem apoiado os indígenas com kits de pesca, higiene e cestas de alimentação visando reduzir a necessidade de deslocamento para cidade e riscos de novas contaminações, também está apoiando com a logística, doando óleo Diesel e de gasolina para auxiliar no transporte nos territórios. Esta ação conta com o apoio do Itaú Social.

Cestas embarcadas com destino às aldeias do médio e alto Tapajós.

“Não é um desafio fácil. Estamos dando mais um passo agora com a distribuição de mais de 900 cestas básicas. A ideia é mapear dentro da situação de risco, quais famílias mais necessitam. Essa campanha está baseada num amplo quadro de alianças. A gente vem dando suporte a Secretaria Especial de Saúde Indígena, Dsei Rio Tapajós, as organizações de base como a Associação Pariri dos Povos Mundurukus. Importante, com eles fazendo a seleção das situações de maior vulnerabilidade, para priorizar áreas, aldeias e famílias, sobretudo mulheres gestantes, mães solteiras para receber esses benefícios” – explicou o coordenador do PSA, Caetano Scannavino.

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Ação da campanha #ComSaudeeAlegriaSemCorona beneficia pacientes renais crônicos e moradores da área urbana de Santarém https://teste.projeto-zero.site/acao-da-campanha-comsaudeealegriasemcorona-beneficia-pacientes-renais-cronicos-e-moradores-da-area-urbana-de-santarem/ https://teste.projeto-zero.site/acao-da-campanha-comsaudeealegriasemcorona-beneficia-pacientes-renais-cronicos-e-moradores-da-area-urbana-de-santarem/#respond Thu, 27 Jan 2022 18:30:13 +0000 https://projeto-zero.site/?p=15124 Entregas foram realizadas nesta quarta e quinta-feira (26 e 27) para instituições que farão distribuição de dez toneladas de alimentos em bairros periféricos do município;

A primeira doação da campanha #ComSaudeeAlegriaSemCorona em 2022 é realizada na que já é considerada por especialistas, a terceira onda da covid-19 no Baixo Amazonas. Somente no primeiro dia de testagem em massa para doença em Santarém, 1.509 positivaram (46,06% das 3.276 pessoas atendidas).

A preocupação da campanha se concentra no público economicamente vulnerável e que acaba sofrendo os impactos da paralisação das atividades. No primeiro dia de entrega, foram doadas duzentas cestas ao Rotary Pérola do Tapajós e trezentas à Associação dos Renais Crônicos e Transplantados do Oeste do Pará. Nesta quinta-feira (27) foram entregues mais quatrocentas ao Rotary Aldeia e Vitória Régia (duzentas para cada), totalizando novecentas cestas e quase dez toneladas de alimentos.

Segundo a assistente social do PSA, Ananda Pacheco, as entidades têm um trabalho minucioso para realizar a triagem das famílias mais carentes. “É um público que necessita desse apoio. Eles foram escolhidos para estarem recebendo essas cestas e a gente faz o mapeamento para que não tenha conflito entre essas doações”.

A Associação dos Renais Crônicos e Transplantados do Oeste do Pará acompanha 413 pacientes associados e que passam por processos periódicos de tratamento no Hospital Municipal do Baixo Amazonas e Municipal de Santarém. A doação beneficiará trezentos pacientes, contou o presidente da entidade, Miguel Maciel: “Essas cestas serão utilizadas para doação no próprio serviço de hemodiálise do Hospital Municipal e do Regional, atingindo uma população de 300 pacientes. Farão um benefício muito grande para as pessoas que necessitam de alimento. Servirão para atender esses pacientes que estão passando por esse momento difícil com relação a alimentação” – esclarece.

Para os três Rotarys, esta é a terceira doação. Cada um recebeu seiscentas cestas da campanha para distribuição para moradores de bairros periféricos de Santarém. O Vice presidente do Rotary Pérola do Tapajós Nilvo Refatti, explicou que nesta etapa, a entidade beneficiará populações dos bairros Mapiri, Pajuçara, Caranazal, Amparo, Corta Corda e famílias de venezuelanos. “Nosso lema é fazer o bem sem olhar a quem” – acrescenta.

As doações são fruto da parceria com o Itaú Social.

Em 2021 a Campanha Com Saúde e Alegria Sem Corona beneficiou mais de 28 mil famílias em dez territórios.

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Instituições discutem plano de contingência para saúde indígena https://teste.projeto-zero.site/instituicoes-discutem-plano-de-contingencia-para-saude-indigena/ https://teste.projeto-zero.site/instituicoes-discutem-plano-de-contingencia-para-saude-indigena/#respond Tue, 18 Jan 2022 20:36:02 +0000 https://projeto-zero.site/?p=15080 Preocupados com a vulnerabilidade de populações indígenas da região transfronteiriça do norte do Pará, Roraima e Amapá, entidades estão articulando documento com medidas sanitárias para evitar contaminação de doenças;

Estudos recentes têm indicado que os povos indígenas amazônicos estão em situação de vulnerabilidade durante a pandemia da Covid-19 e apresentaram risco aumentado de morte pela doença. As evidências aumentam a preocupação com o público que está sujeito a outros tipos de contaminações, como gripes e doenças infecciosas. Antes mesmo da pandemia, um grupo composto pela OPAS (Organização Pan Americana de Saúde), OTCA (Organização do Tratado de Cooperação Amazônica) com participação de instituições como o Projeto Saúde e Alegria, Instituto Iepé, entidades governamentais e lideranças indígenas e financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), estão articulando um plano com medidas para proteger os povos indígenas.

O plano de contingência na área de saúde para indígenas pretende definir estratégias para a região transfronteiriça do norte do Pará, Roraima e Amapá, abrangendo a Guiana e o Suriname, onde habitam vários povos, como Tiriós, Wai Wai e Zoé, explica o coordenador do Programa de Saúde Comunitária do PSA, Fábio Tozzi, “nosso objetivo é discutir além da pandemia, a situação de saúde desses povos e elaborar plano de contingência para mitigar os efeitos das doenças do dia a dia, com atenção básica de saúde”.

Grupo de trabalho em discussão do Plano de Contingência para saúde indígena. Foto: Samela Bonfim/PSA.

O médico esclarece que a taxa de mortalidade é muito maior em indígenas do que na população em geral. O estudo publicado pela Publimed, afirma que 3.122 casos de indígenas com SARS no Brasil foram notificados durante o primeiro ano da pandemia de COVID-19. Destes, 1.994 foram diagnosticados com COVID-19 e 730/1.816 (40,2%) deles morreram. A taxa de mortalidade entre indivíduos com SARS-CoV-2 foi três vezes maior quando comparada ao grupo de indivíduos com outras enfermidades aéreas (OEA). Vários sintomas (mialgia, perda do olfato e dor de garganta) e comorbidades (cardiopatia, hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus) foram mais prevalentes no grupo COVID-19 quando comparados aos indígenas com OEA. As informações alertam para a urgência de medidas para o público, ressalta Tozzi “Nos povos da Amazônia, principalmente de Roraima e Amapá, constatamos que foi a maior mortalidade mundial em relação ao número de habitantes, mostrando que  nós temos muito o que fazer, pra gente poder oferecer planos e resposta rápida”.

Nesta terça-feira (18), o grupo de trabalho composto pelas instituições se reuniu para definir as etapas de elaboração do plano, explicou o Coordenador do Plano de Contingência para a proteção em saúde dos povos indígenas vulneráveis, Carlos Macedo: “Uma das fases fundamentais é fazer um estudo da situação de saúde territorial. Um dos territórios escolhidos é a fronteira entre Brasil,  Guiana e Suriname. Para ter esse levantamento trabalhamos com atores governamentais, sociedade civil e comunidades indígenas. Estamos aqui preparando o território, vamos nos próximos meses falar com as lideranças, e apresentar diretrizes produtos dessa reunião aqui” – explica.

Plano de contingência reunirá estratégias para indígenas da região transfronteiriça do norte do Pará, Roraima e Amapá, abrangendo a Guiana e o Suriname, onde habitam vários povos, como Tiriós, Wai Wai e Zoé. Fotos: Caetano Scannavino.

Para realizar o plano, são considerados componentes culturais para que os indígenas o entendam e contemple suas propostas. Para a coordenadora do programa Tumucumaque Iepé, Denise Fajardo, que atua diretamente com comunidades mais isoladas e menos isoladas, os desafios são grandes, no contexto da pandemia e uma das prioridades é buscar entender as particularidades de cada aldeia, para que sejam atendidas conforme seus modos e tradições.

Namofo Leo kaxuyana da aldeia Maharawani, etnia Kaxuyana, participa ativamente do processo de elaboração do plano e ressaltou a importância da prevenção para os povos indígenas durante os períodos críticos da pandemia em 2020/2021: “A gente conseguiu manter o povo nas aldeias. Orientou a não ir pra outra comunidade, não compartilhar as coisas como a gente tem costume. Com isso a gente diminuiu o risco”.

Do encontro serão definidas novas ações com recomendações, parcerias e articulações nacionais e internacionais para publicação e efetivação do Plano de contingência na área de saúde para indígenas.

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Saúde e Alegria apoia Mundurukus em 2021 com projetos de água, energia solar, na saúde e assistência social https://teste.projeto-zero.site/saude-e-alegria-apoia-mundurukus-em-2021-com-projetos-de-agua-energia-solar-na-saude-e-assistencia-social/ https://teste.projeto-zero.site/saude-e-alegria-apoia-mundurukus-em-2021-com-projetos-de-agua-energia-solar-na-saude-e-assistencia-social/#respond Tue, 28 Dec 2021 22:19:19 +0000 https://projeto-zero.site/?p=15024 Para evitar que indígenas Mundurukus se deslocassem às cidades, se expondo ao risco de contaminação da covid-19, o PSA dedicou seu apoio em diferentes frentes de trabalho, para possibilitar acesso à água e energia limpa, laboratórios equipados para testagem na aldeia e distribuições de kits de higiene, proteção e alimentação;

Em meio aos conflitos gerados pela atividade garimpeira ilegal que contamina as águas com uso de mercúrio, afetando diretamente e intensamente os povos Mundurukus do Alto Tapajós, as aldeias Sawré Jauby, Datie Watpu, Boa fé, Sawré Muybu, Sawré Aboy, Dajé Kapap, Karo Muybu, Poxo Muybu e o PAE Montanha-Mangabal foram beneficiadas com 112 (cento e doze) sistemas construídos em caráter emergencial com banheiros e fossas sanitárias para cada família, sistemas de bombeamento de água, de captação das chuvas, de distribuição através de redes hidráulicas até as casas, como parte das metas do Programa Cisternas implementado pelo PSA na região.

As entregas às nove aldeias Munduruku do Médio Tapajós foram realizadas entre os dias 25 e 26 de junho, através da parcerias da ASPROC (Associação dos Produtores Rurais de Carauari), co-executora das obras, envolvendo também a FUNAI, o DSEI (Distrito Sanitário Especial Indígena) do Rio Tapajós, e a Associação Pariri dos Povos Munduruku.

Sistemas elevados que distribuem água para as casas, ficam localizados em áreas estratégicas. Foto: Daniel Govino.

O processo de construção durou cerca de cinco meses, priorizando a mão de obra local através da contratação dos moradores das próprias aldeias, principalmente os jovens indígenas. Eles receberam capacitação técnica para executar os serviços e para manutenção dos sistemas.

“Melhorou muito pra gente, agora que não precisa mais carregar água de longe. Minha esposa, que já tem idade, não garantia mais lavar roupa na beira do rio. Quando ela vinha de lá chegava com dor no peito, nas costas” – Cacique Juarez, da Aldeia Sawre Muybu.

Além dos sistemas de abastecimento de água e construção de banheiros, o PSA implementou outras tecnologias para melhorar a vida das populações mundurukus. 51 famílias indígenas das aldeias Munduruku do médio Tapajós/Itaituba-PA – Sawré Jaybu, Dace Watpu e Sawré Muybu Munduruku foram beneficiadas com sistemas fotovoltaicos para bombeamento de água implantados pelo Projeto Saúde e Alegria com apoio da Fundação Mott.

“A partir das instalações fotovoltaicas as aldeias passam a utilizar uma fonte de energia renovável e ter mais autonomia no abastecimento, sem depender exclusivamente do diesel, o grupo gerador, que tem um alto custo e logística de transporte complexo. Além disso, os moradores receberam capacitação para operação e gestão dos sistemas e controle na qualidade da água, que visa instruí-los quanto aos aspectos técnicos operacionais, ambientais e sociais que envolvem um sistema de abastecimento de água” – disse coordenadora do núcleo de Água & Energia do PSA, Jussara Batista.

Laboratórios no Alto Tapajós

Movido a energia solar, lab possibilitará acesso a exames laboratoriais na própria aldeia. Foto: Jussara Salgado/PSA.

Visando promover atendimento laboratorial e farmacêutico para que os indígenas possam realizar exames na própria aldeia, foram montados dois laboratórios em pontos distantes e estratégicos para dar suporte aos pacientes indígenas de áreas mais isoladas, contemplando emergencialmente o atendimento à pandemia junto aos povos Munduruku, para alavancar de forma mais permanente a qualidade da atenção primária a estas populações, realizada pelas equipes multidisciplinares do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI). Aproximadamente 9 mil indígenas Munduruku da região do Alto Tapajós serão beneficiados através dos dois polos: 1) Polo de Cobertura da BALSA DE SERVIÇOS ITINERANTES do DSEI (Missão Cururu, Restinga, Santa Maria, Teles Pires, Waro Apompo) e 2) Polo da Unidade Básica de Saúde Indígena (UBSI) KARAPANATUBA (Caroçal do Rio das tropas, Katô, Sai Cinza).

Os labs vão atender gestantes, idosos, hipertensos, diabéticos, pacientes com doenças endêmicas e em situação de urgências e emergências com através dos métodos laboratoriais adequados à realidade local. A iniciativa é uma linha de ação do Projeto Saúde e Alegria para promover qualidade na atenção prestada para os povos indígenas, explicou o médico do PSA, Fábio Tozzi: “As equipes de saúde indígena que fazem atenção de saúde para as aldeias mundurukus, não contavam com suporte de laboratório próximo dessas aldeias. Com essa iniciativa, terão métodos laboratoriais para acompanhar adequadamente os pacientes, não somente no combate à Covid-19 como também para qualificar a assistência básica”.

Mapa de localização dos dois laboratórios e respectiva cobertura dos pólos bases e aldeias (DSEI Rio Tapajós).

Em dezembro, a equipe de energias renováveis instalou o sistema fotovoltaico para o lab de análises clínicas na Aldeia de Karapanatuba. Os equipamentos do laboratório também já foram instalados e testados, comentou Jussara Batista, do programa de Energias Renováveis do PSA.

O projeto do laboratório remoto que pretende dirimir a ausência de acesso aos procedimentos de coleta devido às longas distâncias amazônicas, recebe financiamento do Fundo Casa, União Amazônia Viva e Fondazione Eremo Madonna Del Faggio. O apoio permitirá ampliar os serviços de atenção primária indígena e aumentar as condições locais para a resolutividade dos atendimentos a partir da viabilização de exames nas próprias aldeias, sejam de sangue, urina, fezes, entre outros, destacou o coordenador do PSA, Caetano Scannavino.

Laboratórios beneficiarão crianças mundurukus. Foto: Daniel Govino.

Para a liderança, Alessandra Korap Munduruku, a unidade cumpre um importante papel para evitar que indígenas saiam de suas aldeias: “Quando os indígenas começam a passar mal, ficam sem ar. Com esse laboratório não precisa o indígena sair pra cidade, facilita ele ficar se curando dentro da aldeia sem precisar ficar saindo. O equipamento chegando a gente fica mais feliz ainda porque nosso parente não precisa ser deslocado e se curar dentro da aldeia”.

Kits de higiene e proteção aos Mundurukus

Kits de higiene e proteção desembarcados no DSEI Rio Tapajós, para os indígenas Mundurukus.

Desde maio de 2020, a campanha #ComSaudeeAlegriaSemCorona tem apoiado os indígenas com kits de pesca, higiene e cestas de alimentação visando reduzir a necessidade de deslocamento para cidade e riscos de novas contaminações. Diversas ações foram realizadas com o apoio do Instituto Arapyaú, Fundo Canadá e Fundo Casa para ampliar o suporte às populações desse território.

“Essa campanha está baseada num amplo quadro de alianças. A gente vem dando suporte a Secretaria Especial de Saúde Indígena, Dsei Rio Tapajós, as organizações de base como a Associação Pariri dos Povos Mundurukus. Isso é importante porque a gente acaba fazendo todo um trabalho de ação conjunta com eles fazendo uma seleção das situações de maior vulnerabilidade, para priorizar áreas, aldeias e famílias, sobretudo mulheres distantes, mães solteiras para receber esses benefícios” – acrescentou o coordenador do PSA, Caetano Scannavino.

Território Munduruku é alvo de atividade garimpeira. Foto: Daniel Govino.

O Distrito Sanitário Especial Indígena – DSEI, responsável por quase treze mil e quinhentos indígenas. Segundo a enfermeira especialista em saúde indígena e saúde coletiva, Coordenadora DSEI, Cleidiane Carvalho a preocupação em garantir a prevenção nesses territórios continua e as parcerias são fundamentais: “E o Saúde e Alegria tem sido grande parceiro, a gente tem trabalhado em conjunto. O Dsei Rio Tapajós tem 13.496 indígenas localizados em cinco municípios diferentes.” – esclarece.

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PSA recebe cheque das vendas de revistas da editora Mol para investir no programa de saúde https://teste.projeto-zero.site/psa-recebe-cheque-das-vendas-de-revistas-da-editora-mol-para-investir-no-programa-de-saude/ https://teste.projeto-zero.site/psa-recebe-cheque-das-vendas-de-revistas-da-editora-mol-para-investir-no-programa-de-saude/#respond Thu, 23 Dec 2021 22:26:48 +0000 https://projeto-zero.site/?p=15018 Equipe da Drogasil de Santarém visitou as dependências do Projeto Saúde e Alegria (PSA) e realizou entrega de cheque no valor de 35.049,37, fruto das vendas da revista editora Mol no Dia de Doar;

A Mol, maior editora de impacto social do mundo, doa anualmente parte do valor arrecadado com a venda de produtos impressos de conteúdo – revistas, livros, calendários, guias, às ONGs que lutam por grandes causas. Desde 2019 apoia o Projeto Saúde e Alegria através da venda do Calendário Todos nas Drogarias Drogasil.

Nesta quarta-feira (22), a equipe https://teste.projeto-zero.site/wp-content/uploads/2023/02/Criancas-com-Saude-e-Alegria-3-scaled-1-1.jpgistrativa do PSA recebeu a visita da Drogasil de Santarém, quando foi entregue um cheque no valor de 35.049,37 para aplicação em atividades de saúde, principalmente no combate à covid-19 na região.

"A gente faz a venda de revistas na loja, são várias edições ao longo do ano. Ela custa R$ 4,70 e esse valor arrecadado vai para os custos da revista, e a gente faz doações para várias instituições do Brasil. E em Santarém, o contemplado foi o Saúde e Alegria. A gente procura um projeto que ajude a saúde e que pense na sustentabilidade do Brasil" – explicou a gerente da Drograsil em Santarém, Renata Barbosa.

O recurso recebido será aplicado nas ações desenvolvidas pelo programa de saúde do PSA, ressaltou a coordenadora https://teste.projeto-zero.site/wp-content/uploads/2023/02/Criancas-com-Saude-e-Alegria-3-scaled-1-1.jpgistrativa, Adriana Pontes: "A gente vem aplicando esse recurso apoiado pela editora Mol, no programa de saúde, na Campanha #ComSaudeeAlegriaSemCorona que têm sido fundamental porque a gente pode ajudar na distribuição de kits de higiene, materiais de limpeza, medicamentos, EPIs para profissionais de saúde, atividades com educação em saúde. Foi muito bem recebido e está sendo aplicado diretamente nas comunidades e na periferia da cidade de Santarém” – ressalta.

A Campanha #ComSaúdeeAlegriaSemCorona lançada em 2020 para apoiar o Baixo Amazonas no combate ao coronavírus, fecha o balanço anual atingindo a marca de 17.551 cestas de alimentação distribuídas em centenas de comunidades através dos parceiros e 10.599 kits de higiene e proteção familiar a 202 comunidades do Arapiuns, Flona do Tapajós, Lago Grande e Arapixuna, Tapajós, Eixo Forte, Várzea, Mundurukus e PAE Montanha e Mangabal.

As doações chegam a 300 toneladas de kits de higiene e proteção e cestas básicas que chegaram de barco, caminhão, lancha, carro e ônibus às famílias carentes de treze municípios através de inúmeros parceiros.

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O Calendário TODOS 2022 já está à venda na Drogasil, e este ano vem cheio de conteúdo sobre a importância de ter amigos por perto! Com lindas ilustrações e textos sobre o tema, o calendário traz ainda, a cada mês, uma inspiradora história de amizade.

Compre o seu calendário, por apenas R$ 4,70, em uma das farmácias da Drogasil e faça parte dessa corrente do bem! Cada exemplar vendido gera uma doação para o Saúde & Alegria e mais 7 organizações que trabalham pela saúde e educação no Brasil.

Em Santarém, a Drogasil está localizada na Av. Magalhães Barata, 2505, Aparecida.

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Campanha Com Saúde e Alegria Sem Corona encerra 2021 com mais de 28 mil famílias beneficiadas em dez territórios  https://teste.projeto-zero.site/campanha-com-saude-e-alegria-sem-corona-encerra-2021-com-mais-de-28-mil-familias-beneficiadas-em-dez-territorios/ https://teste.projeto-zero.site/campanha-com-saude-e-alegria-sem-corona-encerra-2021-com-mais-de-28-mil-familias-beneficiadas-em-dez-territorios/#respond Mon, 20 Dec 2021 21:36:32 +0000 https://projeto-zero.site/?p=15006 Ações reúnem apoio ao Sistema Único de Saúde com doações de equipamentos e itens de proteção contra a covid-19 e suporte direto às populações em situação de vulnerabilidade através de cestas de alimentação e kits de higiene e proteção;

A Campanha #ComSaúdeeAlegriaSemCorona lançada em 2020 para apoiar o Baixo Amazonas no combate ao coronavírus, fecha o balanço anual atingindo a marca de 17.551 cestas de alimentação distribuídas em centenas de comunidades através dos parceiros e 10.599 kits de higiene e proteção familiar a 202 comunidades do Arapiuns, Flona do Tapajós, Lago Grande e Arapixuna, Tapajós, Eixo Forte, Várzea, Mundurukus e PAE Montanha e Mangabal.

As doações das quase 300 toneladas de kits de higiene e proteção e cestas básicas chegaram de barco, caminhão, lancha, carro e ônibus às famílias carentes de treze municípios através de inúmeros parceiros: STTR-Stm, SAPOPEMA, Colônia de Pescadores Z-20, Conselho Indigena Tapajós Arapiuns – CITA, DSEI Itaituba, Rotary Pérola do Tapajós, Rotary Vitória Régia, Rotary Aldeia, FAMCOS, Conselho de Desenvolvimento Comunitário de Alter do Chão, CRAS/Semsa, ATUFA, Arquidiocese de Santarém, ADEFIS, Horta Comunitária de Alter do Chão, Trabalhadores dos Botos de Alter do Chão, Casa Rural Familiar de Santarém, Casa Familiar Rural do Lago Grande, Casa Familiar Rural de Belterra, FEAGLE, Acadêmicos Indígenas da UFOPA, AMABELA/Belterra, Centro de Artesanato Cristo Rei, Movimento Tapajós Vivo, Bloco dos Heróis, Projeto Unidas, COOMFLONA, APAE, APRUSAN, ASSIC, Agentes Comunitários de Saúde do Eixo Forte, Clube de Jovens do Caranazal, Associação Folclórica Tribo Munduruku, Fundação PARAPAZ e Secretarias de Assistência Social de Santarém e Mojuí dos Campos.

Para a assistente social do PSA, Ananda Pacheco, apesar da alimentação ser um direito social básico apontado pela Constituição Federal, na prática, muitas famílias têm enfrentado dificuldade para manter a alimentação diária. “O papel do Terceiro Setor é este, não é substituir as ações governamentais, mas criar medidas que possam complementar o que o Poder Público já faz, priorizando principalmente atuar em locais de difícil acesso pela esfera pública. E é isso que o Saúde e Alegria por meio da Campanha #ComSaudeeAlegriaSemCorona tem feito ao levar cesta de alimentação aos ribeirinhos, aos indígenas e as pessoas que moram dentro de assentamentos agroextrativistas. O PSA, enquanto entidade do Terceiro Setor durante este ano, teve papel fundamental para o enfrentamento da vulnerabilidade social dessas famílias” – relata.

No apoio ao SUS, a campanha chegou aos territórios indígenas, quilombolas, de pescadores, ribeirinhos e assentados dos municípios de Santarém, Itaituba, Belterra, Mojuí dos Campos, Curuá, Alenquer, Óbidos, Oriximiná, Monte Alegre, Aveiro, Juruti com entregas de máscaras cirúrgicas para profissionais de saúde, kits de higiene/limpeza e EPIs para UBSs (Unidade Básica de Saúde), máscaras de suporte a respiração (Full Face) para unidades hospitalares, concentradores de oxigênio, cilindros de oxigênio, termômetros, oxímetros, colchões para macas hospitalares, unidades de Propé, cartilhas e cartazes educativos, programas educativos de rádio, apoio as rodadas de atendimento do Barco-Hospital Abaré, Apoio ao LabMol da UFOPA e URBA na produção de testes de Covid-19. Veja algumas das principais ações abaixo:

Hospitais equipados

Itens entregues à Sespa para distribuição nos municípios do Oeste do Pará.

Em março deste ano, a Campanha doou concentradores de oxigênio, oxímetros, álcool em gel e EPIs para Hospitais do Oeste do Pará. Na ação foram entregues onze concentradores de oxigênio, vinte termômetros infravermelho, dez oxímetros, dez colchões Salutem móveis, dez sapatilhas propé, 4.500 máscaras de TNT, 1.000 frascos de álcool em gel, 322 kits de EPI’s ( contendo 20 aventais, 50 pares de luvas de procedimento, 100 unidades de toucas descartáveis, 100 unidades de máscara tripla descartável e máscaras N95). O município de Belterra recebeu apoio para o atendimento de pacientes com nebulizadores e otoscópios.

Profissionais protegidos

Entrega realizada ao Hospital Regional do Baixo Amazonas.

Em agosto, cinco mil máscaras N-95 foram entregues para profissionais do Hospital Regional, Sespa e Labimol, destinadas aos hospitais de Santarém, Alenquer, Almerim, Aveiro, Belterra, Curuá, Faro, Itaituba, Juruti, Jacareacanga, Mojuí dos Campos, Monte Alegre, Novo Progresso, Óbidos, Oriximiná, Prainha, Placas, Rurópolis, Terra Santa e Trairão.

Abaré I e II equipados

Para fortalecer as ações da Rede Integrada de Desenvolvimento Humano RIDH/Ufopa e Semsa, o PSA doou medicamentos e insumos à Ufopa para Abaré I, com mais de 88 mil itens.

Para o Barco Hospital Abaré II, foram doados os seguintes equipamentos: cadeira para coleta de sangue, braçadeira para injeção, esfigmomanômetro adulto, infantil e obeso, estetoscópios, lanternas, laringoscópios, nebulizadores, oftalmoscópio, oxímetros, reanimadores, termômetros, destiladores, agitadores, centrífuga, estufa de esterilização e banho maria digital.

Laboratório de análises clínicas para os Mundurukus

Movido a energia solar, lab possibilitará acesso a exames laboratoriais na própria aldeia. Foto: Jussara Salgado/PSA.

No Alto Tapajós, foi instalado um laboratório para atender povos indígenas mundurukus promovendo atendimento laboratorial e farmacêutico para que os indígenas não precisem se deslocar às cidades, se expondo ao risco de contaminação da covid-19. No Polo da Unidade Básica de Saúde Indígena Karapanatuba (Caroçal do Rio das tropas, Katô, Sai Cinza) o lab atende gestantes, idosos, hipertensos, diabéticos, pacientes com doenças endêmicas e em situação de urgências e emergências com através dos métodos laboratoriais adequados à realidade local. Ele foi instalado estrategicamente em ponto distante para dar suporte aos pacientes indígenas de áreas mais isoladas, visando contemplar emergencialmente o atendimento à pandemia junto aos povos Munduruku, assim como alavancar de forma mais permanente a qualidade da atenção primária a estas populações, realizada pelas equipes multidisciplinares do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI).

Consulta médica por videochamada

TELEMEDICINA: com a viabilização da energia fotovoltaica na UBS da comunidade de São Pedro, no rio Arapiuns, além da câmara fria para vacinas, serviços de telemedicina estão sendo implementados em caráter piloto através do Projeto Saude e Alegria, Secretaria de Saude de Santarém/PA e parceiros afins. Foto: arquivo PSA.

Em julho, uma grande novidade animou os moradores da Resex Tapajós Arapiuns. Um projeto de telemedicina realizou as primeiras consultas em comunidades polos do Tapajós/Arapiuns. Os atendimentos são fruto do da parceria entre o Saúde e Alegria, Projeto Fazer o Bem Faz Bem, ClubSaúde e Semsa de Santarém onde são realizados atendimentos por videoconferência para moradores das comunidades.

Aulas seguras

Na área da educomunicação, o Saúde e Alegria e Unicef promoveram ação em Gurupá para preparar abertura segura das escolas para crianças e adolescentes. A equipe do PSA desembarcou no município de Gurupá, nordeste do estado do Pará, na Ilha de Marajó com ações da Campanha Com Saúde e Alegria Sem Corona com foco na proteção de crianças e adolescentes contra covid-19. Foram entregues para a Secretaria Municipal de Educação de Gurupá, EPIs para os profissionais de educação, máscaras, totens de álcool em gel, sabão para lavagem das mãos e materiais de limpeza para as escolas, kits específicos contendo máscaras e cartilhas educativas sobre seu uso, absorventes e cartilhas de orientação à saúde e a higiene menstrual.

Polícia segura

A campanha também chegou à Unidade de Polícia Pacificadora de Alter do Chão e moradores que receberam apoio da campanha ‘Com Saúde e Alegria Sem Corona’ para enfrentamento à covid-19, com distribuição de kits de higiene e proteção.

Imprensa protegida

Saúde e Alegria entrega kits ao Sinjor

Em abril, Jornalistas santarenos ganharam kits de proteção da campanha #ComSaudeAlegriaSemCorona com doação de cento e noventa e sete kits à Diretoria Regional do Tapajós do Sindicato dos Jornalistas no Estado do Pará (DRTAp-Sinjor).

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