Circo Mocorongo – SANDBOX WP https://teste.projeto-zero.site Subdominio de Teste Wed, 09 Oct 2024 18:54:36 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 Comunidades do Rio Arapiuns recebem atendimentos em saúde e oficinas de educomunicação https://teste.projeto-zero.site/comunidades-do-rio-arapiuns-recebem-atendimentos-em-saude-e-oficinas-de-educomunicacao/ Wed, 09 Oct 2024 18:54:36 +0000 https://projeto-zero.site/?p=20928 Ação reforçou as informações sobre saúde da mulher e efeitos das mudanças climáticas que já impacta os territórios 

Uma expedição com médicos, enfermeiros e arte-educadores levou atendimentos de saúde e informações às comunidades do Rio Arapiuns, são elas: Anã, Curi, São Miguel e Vila Gorete. Além disso, os territórios aproveitaram as oficinas de Educomunicação, entre os dias 16 e 25 de setembro. A ação é a soma de uma união de esforços entre o Projeto Saúde e Alegria (PSA), Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) e Universidade Estadual do Pará (UEPA). 

O objetivo foi fortalecer as orientações sobre saúde da mulher, além de levar exames e atendimentos ginecológicos, e também orientar sobre os efeitos das mudanças climáticas que atingem a região. O período de seca e queimadas afeta populações tradicionais que tem dificuldade no acesso à saúde. Por conta das mudanças climáticas, mais casos de síndromes respiratórias são registrados nesta região.

“Atividades de arte-educação, educação em saúde, e de assistência em saúde. É uma articulação para garantir o direito de todas as mulheres terem acesso à saúde. Viemos trazer consultas e exames até as mulheres, e as comunidades e aldeias abraçaram, correram atrás para receber esses atendimentos” disse a Assistente Social do PSA, Efraina Barbosa. 

“Hoje tá muito difícil pra nós, esse acesso em questão de saúde. Como está seco, os pacientes enfrentam dificuldades pra sair daqui. Na comunidade, temos muitas pessoas idosas, e na Unidade vão em busca de alguma solução pra melhorar a saúde” pontuou o Presidente da comunidade Vila Gorete, José Rodineles.

“A crise climática nos afeta, prejudica nossa saúde, as temperaturas estão muito diferentes e ainda tem o mês de outubro pra secar. A nossa comunidade está sofrendo também para conduzir os alimentos que compramos em Santarém, o barco fica muito longe, muito fora e as dificuldades são imensas” destacou a Liderança da Comunidade Anã, Maria Odila.

Além dos atendimentos em saúde, a ação contou com apresentação do Gran-Circo Mocorongo, que promoveu importantes mensagens sobre os direitos das mulheres e proteção das crianças. Uma ação que contou também com o apoio da Secretaria Municipal de Educação, e de comunitários que se mobilizaram para receber as equipes. 

“Esse é um trabalho de arte-educação circense, que utiliza a arte para falar sobre diversos conteúdos. Falamos sobre direitos das crianças, alimentação e meio ambiente, além de resgatar essa grande problemática que é a violência contra crianças e adolescentes. A gente integra esses conteúdos, e fala também dos direitos dessas crianças” explicou o Educomunicador do PSA, Luiz Evandro.

Além dos atendimentos em saúde e das orientações do Gran Circo Mocorongo, as crianças e jovens também receberam oficinas de comunicação para a produção de vídeos, TikTok, PodCast, fotonovelas e histórias em quadrinhos, como isso colabora para a propagação de informações sobre a saúde e cuidado com o meio ambiente.

“Eu sinto que os jovens já tem essa linguagem do audiovisual, com os celulares, a internet. Eles tem essa ideia, mas incentivamos o olhar crítico, por meio da educomunicação, a gente leva uma reflexão sobre o que vai ser exibido, prevenções sobre os perigos e também benefícios” enfatizou o Educomunicador do PSA, Israel Campos. 

A expedição, em comunidades do Rio Arapiuns, levou estudantes do curso de Medicina da UEPA, para compreender o conceito de saúde, e realizar atendimentos em ribeirinhos e indígenas. O objetivo é promover aos estudantes uma extensão com aulas que apresentem novas realidades e necessidades enfrentadas na região Amazônica. 

“Eu acredito muito na extensão popular, como uma das formas de você aplicar os conhecimentos da universidade. Isso é pensar saúde de uma forma mais ampla, um internato de saúde coletiva, de saúde pública. É fazer eles entenderem que a saúde é muito além da medicina, e que saúde é um conceito muito amplo” ressaltou Ana Carolina Porto, médica infectologista do PSA.

Saúde na Amazônia

Realizar atendimentos nesses territórios sempre foi um desafio. Por conta das mudanças climáticas, seca, queimadas e as fumaças, as populações estão adoecendo mais rápido e chegar até essas comunidades está ainda mais difícil. A logística de transporte, chegada de alimentos e os lagos secos preocupam quem mora nesses territórios, pelo medo de ficarem isoladas.

“Nós estamos aqui dando uma força, a gente quer fortalecer o poder público, fortalecer o serviço de saúde. Nós não estamos aqui para substituir o SUS, nós estamos aqui para fortalecer o SUS. Cabe o nosso apoio técnico, como também cabe a mobilização, o controle social das lideranças. Neste momento, o Abaré II, ele atende o médio e alto Arapiuns. Então, nós estamos num grande esforço para fazer com que ele vá lá regularmente, atenda com todos os serviços. Nesta área do médio e baixo Arapiuns, e tem estratégia de saúde ribeirinha. É uma estratégia um pouco diferente, onde o médico mora na comunidade ou as equipes volantes vêm de Santarém apoiadas por barcos, usando pontos de apoio.” enfatizou Eugênio Scanavinno, médico e fundador do PSA.

O PSA trabalha com parceiro que somam esforços às políticas públicas para garantir o direito à saúde e reduzir os níveis de exclusão das comunidades amazônicas, tornando serviços assistenciais e do campo da atenção básica mais acessíveis. Atua em duas frentes: atenção básica em saúde e saneamento básico, ambas envolvendo educação e prevenção. Com as mudanças climáticas, ações como essa garantem o acesso a saúde de qualidade e evita as viagens de longas distâncias para realizar exames e consultas. 

“O nosso sonho é que o Abaré I também possa vir aqui, as unidades fluviais também cubram aqui, porque elas têm especialidades, elas têm laboratório, a gente pode fazer jornadas odontológicas, é uma demanda enorme aqui de dentista, de saúde oral. Jornadas de laboratório, porque tem muita demanda de laboratório, até o paciente ir lá pra Santarém fazer o exame, pegar o resultado. Isso tudo aqui a gente resolve com a Unidade Fluvial.” finalizou Eugênio.

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Projeto Crianças com Saúde e Alegria promove oficinas de mapeamento sobre primeira infância na Amazônia  https://teste.projeto-zero.site/projeto-criancas-com-saude-e-alegria-promove-oficinas-de-mapeamento-sobre-primeira-infancia-na-amazonia/ https://teste.projeto-zero.site/projeto-criancas-com-saude-e-alegria-promove-oficinas-de-mapeamento-sobre-primeira-infancia-na-amazonia/#respond Mon, 25 Jul 2022 19:04:34 +0000 https://projeto-zero.site/?p=16372 Atividades foram realizadas no período de 18 a 22 de julho em três comunidades da Resex Tapajós Arapiuns em Santarém 

As aldeias Vista Alegre e Solimões e comunidade Pedra Branca na Reserva Extrativista Tapajós Arapiuns, receberam a equipe da Educom do Projeto Saúde e Alegria na última semana. Os encontros destacaram a temática “Ser criança na Amazônia” e contaram com a participação de grávidas, famílias de crianças menores de 6 anos, ACS, técnicos, enfermeiros, professores da primeira infância, gestores e lideranças locais. Durante as dinâmicas, os participantes foram convidados a refletir temas necessários ao desenvolvimento das crianças.

“O objetivo é promover o desenvolvimento saudável da criança na primeira infância de 0 a 6 anos. Para isso nessa primeira etapa estamos colhendo informações. Construindo junto com as comunidades e aldeias informações sobre o que é ser criança dentro desse contexto de Amazônia, florestas. Como essas crianças vivem e a que direitos elas têm acesso” – explicou a assistente social do PSA, Ananda Pacheco.

Crianças, jovens e adultos participam das atividades colaborativas nas comunidades da Resex. Fotos: Pedro Alcântara/PSA.

Através de diversas metodologias como círculo de diálogo e rodas de conversa, os técnicos coletam informações para elaborar uma diretriz com o panorama do ser criança na Amazônia. A iniciativa busca promover o desenvolvimento saudável da primeira infância nas comunidades da bacia do Rio Tapajós, diminuindo doenças, favorecendo o crescimento e desenvolvimento, estimulando o aprendizado e o fortalecimento de vínculos familiares.

Segundo a pedagoga do PSA, Adma Guimarães, é fundamental investir nessa fase da vida para o desenvolvimento adequado desse público: “A infância é crucial pra criança, porque uma criança que não tem infância, se torna um mini adulto e se torna uma criança que tem o seu desenvolvimento ceifado ali. Quando se possibilita essa criança viver a plenitude do ser criança, a gente tem um desenvolvimento saudável” – destaca.

O projeto que conta com apoio da Porticus atua especialmente na faixa etária da primeira infância que vai dos 0 aos 6 anos, incluindo também o acompanhamento de mulheres grávidas. Nesta etapa o projeto está voltado para mobilizar as comunidades e para realizar um diagnóstico sobre a realidade da primeira infância. São encontros com muita ludicidade e animação, coordenados pela equipe de Arte Educação do PSA, comenta Elis Lucien: “O trabalho da arte educação do PSA se mescla com as oficinas temáticas do PSA seja nas áreas de saúde, educação, saneamento, meio ambiente e comunicação e educação. Nós levamos uma oficina pra comunidade e vamos discutir sobre saúde da criança, saúde do idoso, clima, microssistema de água. E a arte educação faz com que esse tema fique suave para as crianças e adolescentes”.

Durante os encontros, técnicos e educadores do projeto estão identificando a situação das cinco comunidades, como os pais cuidam dos seus filhos, práticas de higiene, saúde, alimentação, serviços que são e não são realizados nas regiões e os motivos, para mapear as condições para a primeira infância nos territórios.

“Nós discutimos sobre a primeira infância. O que é preciso para uma criança se desenvolver, o que impede uma criança de ter um bom desenvolvimento. Foi um momento único, onde nós aprendemos muito juntos. Principalmente falamos sobre as políticas públicas que as crianças não têm acesso porque moram longe das áreas urbanas. Falamos sobre a inclusão dessas crianças que precisam na escola e as crianças que só entram com cinco anos na escola. Falamos sobre os direitos que estavam sendo violados dentro da aldeia” – Estela Kumaruara, aldeia Solimões.

“Eles também procuram entender a nossa realidade. Do que nós vivenciamos no passado e o que pode melhorar ainda mais, principalmente nas questões de ambiente familiar, alimentação, saúde. Isso é fundamental. A gente está contando com essa parceria do PSA e Semsa Santarém” – Alex Tufi, ACS Pedra Branca.

“Falamos sobre violência, respeito e acompanhamento das nossas crianças. Voltamos lá quando a gente era pequeno para resgatar aquilo que nós fizemos na nossa infância e hoje nós não ensinamos para os nossos filhos” – Leida Santos, moradora de Suruacá.

Após o diagnóstico, serão lançadas campanhas de educação e prevenção. O projeto conta com o apoio da Porticus – uma organização internacional que https://teste.projeto-zero.site/wp-content/uploads/2023/02/Criancas-com-Saude-e-Alegria-3-scaled-1-1.jpgistra e desenvolve os programas filantrópicos, lutando por um futuro justo e sustentável, onde a dignidade humana possa florescer.

Clique nas fotos para ampliá-las.

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Oficinas de gastronomia social capacitam moradores para alimentação saudável e criativa na Amazônia  https://teste.projeto-zero.site/oficinas-de-gastronomia-social-capacitam-moradores-para-alimentacao-saudavel-e-criativa-na-amazonia/ https://teste.projeto-zero.site/oficinas-de-gastronomia-social-capacitam-moradores-para-alimentacao-saudavel-e-criativa-na-amazonia/#respond Sat, 04 Jun 2022 12:11:44 +0000 https://projeto-zero.site/?p=15912 No período de 6 a 10 de junho, moradores da Vista Alegre, Capixauã, Solimões, Pedra Branca, Anumã e Carão na Reserva Extrativista Tapajós Arapiuns e famílias associadas ao Instituto de Mulheres e Cooperativa de reciclagem do Perema, participam de oficinas coordenadas pelas organizações Projeto Saúde e Alegria, Gastromotiva e ONG Banco de alimentos. A ação tem apoio do Itaú Social e Takeda

“A comida alimenta o corpo, o corpo alimenta a alma e a alma nos conecta”. Com este lema, as oficinas implementadas na próxima semana em Santarém, no Oeste do Pará, vão possibilitar aos participantes criar receitas nutritivas com alimentos básicos. A iniciativa do PSA, Gastromotiva e Banco de Alimentos, visa oportunizar meios para alimentação saudável e novas formas de geração de renda para comunidades tradicionais que também atuam com receptivos turísticos.

“As três instituições fazem parte de uma rede internacional chamada Catálist que faz cooperação entre as soluções que possuem, tecnologias sociais para acelerar os objetivos do milênio trabalhando juntos. A iniciativa é importante porque são três ONGs que estão trabalhando juntas, integrando e interagindo com as mesmas metodologias” – pontuou o médico e fundador do PSA, Eugenio Scannavino.

A primeira oficina será realizada na área urbana de Santarém na próxima segunda-feira (06), beneficiando mães de família atendidas pelo Instituto de Mulheres e Cooperativa de reciclagem do Perema. Já no período de 08 a 10, participam das capacitações práticas, moradores da Aldeia Vista Alegre, Capixauã, Aldeia Solimões, Pedra Branca, Anumã e Carão.

Oficina realizada na Creche Seara em Santarém. Fotos: Pedro Alcântara/PSA.

A programação se integra à uma série de eventos realizados pelo PSA na semana do meio ambiente, marcando o modelo de saúde pública implementado pelo PSA e se junta às ações alusivas ao aniversário de Santarém.

É também um marco para a Gastromotiva, organização que utiliza o alimento como ferramenta de transformação social por meio da educação, inclusão produtiva e combate à fome e desperdício de alimentos. A Gastromotiva trabalha para gerar impacto social positivo no Brasil e México, e em cooperação com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU.

“Essa parceria vai ao encontro do apoio da Gastromotiva à iniciativas com atuação permanente no combate à fome e que, conjuntamente, contribuem para o fortalecimento do desenvolvimento local de comunidades tradicionais e urbanas no território amazônico. Além das oficinas de aproveitamento integral e valorização da cultura alimentar, a Gastromotiva também entregará um livro de receitas com preparos zero desperdício com itens que compõem a cesta básica que os participantes receberão”, conta Winnee Louise, especialista em Impacto Social na Gastromotiva.

O caderno de receitas “Comida Que Transforma – da cesta básica ao prato” foi elaborado por Rodrigo Sardinha, cozinheiro residente do Refettorio Gastromotiva, e Renata Peixe-Boi, cozinheira social de Manaus formada pela Gastromotiva, e reuniu preparos personalizados que combinam o uso integral dos alimentos e a cultura alimentar amazônica. O projeto faz parte do investimento institucional no fortalecimento de territórios vulnerabilizados para a superação da fome em prol da segurança alimentar.

Lançada em 2020, em resposta aos impactos socioeconômicos da COVID-19, o programa Cozinha Solidária Gastromotiva tem como objetivo atender diretamente à população por meio da implantação e formação de cozinhas comunitárias lideradas por microempreendedores, cozinheiros, lideranças locais, organizações sociais e coletivos. A produção de refeições é destinada para indivíduos e famílias em situação de insegurança alimentar.

A ONG Banco de Alimentos, atua desde 1998 auxiliando pessoas em situação de insegurança alimentar através do combate ao desperdício de alimentos, atuando com 3 pilares fundamentais: evitar o desperdício, aproveitar melhor os recursos disponíveis e compreender o problema.

As três instituições se juntam fornecendo os insumos (serão entregues trezentas cestas básicas para as famílias durante as oficinas), apoio logístico e treinamento para a montagem dos cardápios nutritivos.

Enquanto os pais participam das atividades de gastronomia, crianças e adolescentes integram oficina de prática de audiovisual, Atividades Lúdicas com crianças e professores e brincadeiras com o Gran Circo Mocorongo.

Serviço

O quê? Entrega de cestas de alimentação e oficina de capacitação em gastronomia social

Quando e onde?

06/06 – Creche Seara (09h às 12h/14h às 17h – Unidade de Acolhimento Inst. De Mulheres e Cooperativa de reciclagem do Perema)

08/06 – Aldeia Vista Alegre e Capixauã

09/06 – Aldeia Solimões e Pedra Branca

10/06 – Anumã e Carão

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Jovens produzem podcast e vídeos durante oficina de comunicação na Vila de Boim https://teste.projeto-zero.site/jovens-produzem-podcast-e-videos-durante-oficina-de-comunicacao-na-vila-de-boim/ https://teste.projeto-zero.site/jovens-produzem-podcast-e-videos-durante-oficina-de-comunicacao-na-vila-de-boim/#respond Fri, 20 May 2022 12:09:13 +0000 https://projeto-zero.site/?p=15831 Capacitação foi realizada pela Rede Mocoronga do Projeto Saúde e Alegria e Coletivo Jovem Tapajônico 

Os doze anos da escola Santo Inácio de Loyola da Vila de Boim, região da Resex Tapajós Arapiuns, foram comemorados nesta semana com uma programação diversificada que incluiu diferentes temáticas e atividades. A trupe da Rede Mocoronga esteve presente através da palhaça Vermelhinha (arte educadora Elis Lucien), e da Dona Assistencia (Efraina Barbosa – Assistente Social do Pólo de Boim).

Durante a programação realizada nos dias 17 e 18 de maio, estudantes participaram da oficina de comunicação popular com destaque a produção de conteúdos educativos através de podcast e vídeos.

Jovens produziram podcast e vídeos na Vila de Boim.

“Foi muito boa e produtiva. Foi uma articulação da direção da escola com apoio da UBS do Polo de Boim com a assistente social Efraína Barbosa com um trabalho de formação com os professores sobre o abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes e histórico da construção da escola” – contou Elis Lucien.

O combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes também foi tema do podcast elaborado pelos jovens durante a oficina. Na programação cultural, foi exibido aos participantes: “Tudo se tornou uma grande festa e a Rede Mocoronga foi convidada a realizar as oficinas de podcast e vídeos em celular com participação do coletivo Jovem Tapajônico com o Benezildo Costa da Silva. A turma toda adorou e eles já se agendaram para realizar a segunda edição do podcast. E em aplicativo de celular eles registraram as atividades e edição” – acrescentou Lucien.

Ouça o podcast aqui:

Educação, Cultura e Comunicação

O Programa de educação, cultura e comunicação tem por objetivo ampliar as oportunidades de aprendizagem para contextualizar a população em seu meio, universalizar seus saberes, fortalecer sua identidade cultural e possibilitar o acesso a novos conhecimentos e tecnologias, a fim de formar cidadãos confiantes e autônomos, capazes de gerir suas comunidades, defender seus territórios e seus direitos fundamentais.

Mais de 53% da população das comunidades ribeirinhas do oeste do Pará onde atuamos têm até 19 anos de idade. Por isso, e por o Saúde e Alegria acredita que são eles os principais agentes de transformação presente e futuro das comunidades, é que o trabalho da organização sempre buscou desenvolver estratégias para sua inclusão social.

Um dos projetos mais antigos do PSA, o Circo Mocorongo promove educação em saúde, meio ambiente, cidadania comunitária e outros temas por meio da arte-educação. Com metodologias participativas, as atividades são construídas junto com a população e permeadas pela cultura popular local.

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Ações de prevenção ao Coronavírus na Amazônia são destaques no ‘Jornalistas Livres’ https://teste.projeto-zero.site/acoes-de-prevencao-ao-coronavirus-na-amazonia-sao-destaques-no-jornalistas-livres/ https://teste.projeto-zero.site/acoes-de-prevencao-ao-coronavirus-na-amazonia-sao-destaques-no-jornalistas-livres/#respond Thu, 09 Apr 2020 18:01:49 +0000 https://projeto-zero.site/?p=11023 Atividades em educação, prevenção em saúde e acesso à água e saneamento promovidas ao longo dos últimos 33 anos, agora se mostram ainda mais necessárias na prevenção e combate ao covid-19;
Os irmãos Caetano e Eugênio Scannavino, coordenadores do Saúde e Alegria, participaram de entrevista ao vivo do Bate Papo Jornalistas Livres na tarde desta quarta-feira (8) com os entrevistadores Joana Brasileiro e Leonardo. Foram temas da conversa virtual, as ações desenvolvidas pela entidade em combate ao Covid-19 e as preocupações com o risco de contágio às populações da floresta.Durante a entrevista, Eugênio Scannavino contou sobre o papel desenvolvido pela entidade há mais de trinta anos: “Esse trabalho de lavar mão é antigo nessas conunidades. A gente tá tentando fazer um grande esforço pra evitar a contaminação” – disse.
Com o considerável aumento de casos no Estado do Pará (165 e 6 mortes em 8/4) a grande preocupação é quanto a contaminação dos povos tradicionais da Amazônia. Sobre isso, Caetano Scannavino contou que estratégias estão sendo pensadas desde dezembro quando a pandemia iniciou na China. Na conversa, contou sobre a parceria entre a Prefeitura de Santarém e Universidade Federal do Oeste do Pará para ações do Barco Hospital Abaré e produção de máscaras para profissionais de saúde: “Além disso, desde março mobilizamos nossos esforços para projetos específicos para esse caso” – explicou.
Confira a entrevista completa aqui:

Ações contra o Covid-19

  • Equipamentos de proteção em impressora 3D distribuídos: Numa parceria iniciada entre Universidade Federal do Oeste do Pará e Projeto Saúde e Alegria firmada na sexta-feira (27/3), foram alinhadas estratégias de produção com o uso de sete impressoras 3D para produção de equipamentos de proteção individual. Essa tecnologia tem sido aliada à prevenção do vírus que atinge pessoas de todo o mundo. Nessa estratégia de parceria, o PSA fornece suas impressoras 3D e soma esforços com a Ufopa para promover ações imediatas que possam contribuir para o combate à propagação do vírus.
  • Campanha de comunicação: Conteúdo preparado especialmente para as comunidades ribeirinhas, pensando no contexto e nas possibilidades desses habitantes, com linguagem acessível.

    Campanha educativa de prevenção ao Coronavírus.
  • Rádio Rural | Rádio Mocoronga – aos domingos o programa chega onde internet e telefone não estão, apresenta entrevistas, informação e dá voz aos próprios comunitários. Os programas também vão para as redes após a veiculação na rádio.
    No Soundcloud e Spotify.
  • Whatsapp – campanhas com artes de orientação sobre prevenção e cuidados são distribuídas nos grupos que o PSA mantém ou faz parte, disseminando conhecimento em forma de memes leves porém informativos.
  • Youtube | Rede Mocoronga – vídeo com orientações do Médico infetologista Eugênio Scannavino feito com conteúdo específico para os comunitários e esquetes com a trupe de palhaços estão sendo montadas – com toda a dificuldade de fazermos isso à distância.
  • Água e Saneamento: Outra ação intensificada no inicio deste ano para melhorar as condições comunitárias no enfrentamento à epidemia foi a melhoria do acesso à água e saneamento, como a construção em massa de novos banheiros e sistemas de abastecimento movidos a energia solar. Já beneficiou mais de 12,5 mil pessoas com acesso a água de qualidade e vem ganhando escala via políticas públicas. Essa é uma atividade que sempre foi entendida como prioridade pelo Saúde e Alegria. Fundamental para reduzir a incidência de doenças de veiculação hídrica como viroses e diarreias agudas, maior causa de mortalidade infantil na região.
  • Abaré: Desde janeiro tem intensificado suas ações de suporte à saude, tendo inclusive remanejado recursos de convênios com outras finalidades, como por exemplo o apoio à UFOPA e a SEMSA com as demandas para revitalização do Barco Hospital Abaré para retomada das rodadas. Remanejamos recursos para reformar o Barco Hospital Abaré, incluindo consertos de equipamentos, pintura, troca de centrais de ar e dedetização, para que estivesse apto às atender as comunidades. Para cumprir os protocolos de prevenção, a próxima saída do Abaré está prevista para 13/05. Além de atendimentos, a prioridade é a orientação das comunidades e a identificação de grupos de risco (idosos, hipertensos, diabéticos, outros).
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Natal na floresta tem magia, dança, gincanas e Papai Noel   https://teste.projeto-zero.site/natal-na-floresta-tem-magia-danca-gincanas-e-papai-noel/ https://teste.projeto-zero.site/natal-na-floresta-tem-magia-danca-gincanas-e-papai-noel/#respond Mon, 09 Dec 2019 14:54:33 +0000 https://projeto-zero.site/redemocoronga/?p=9957 Festa antecipada reuniu mais de 280 crianças no Centro Experimental Floresta Ativa na Resex;

O encontro de natal chegou mais cedo para crianças, jovens e adultos da floresta amazônica. Em um natal mágico adaptado à realidade dos moradores das comunidades do entorno Centro, a proposta do evento natalino do Projeto Saúde e Alegria foi levar o circo para a comunidade e disseminar o bem através da diversão.

A magia do circo, do colorido, do divertido, do mundo encantado da criança fez do natal um momento único para as crianças das comunidades Arapiranga, Pedra Branca, Anumã, Carão e Aldeia Solimões localizadas na Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns.

No evento promovido na sexta-feira (06/12) além das brincadeiras, promoção à saúde e distribuição de brinquedos à todos os participantes, a coordenação desenvolveu um painel gigante onde os moradores marcaram as mãos pintadas de tinta a simbologia de ligar um natal ao outro, com a realização dos pedidos feitos ao Papai Noel na arvore de natal. A intenção é mandar boas vibrações para que no próximo período natalino, tenham seus desejos atendidos.

O natal para crianças da Amazônia é uma iniciativa que reúne as ações de todos os colaboradores do projeto Saúde e Alegria e parceiros que contribuem com doações de brinquedos, alimentos e transporte. Durante todo o ano atividades são desenvolvidas no Centro Experimental Floresta Ativa (CEFA) para melhorar as condições de vida das populações tradicionais. Foram distribuídos mais de 280 presentes, dentre os quais, bicicletas, bolas e bonecas.

“Estar de papai Noel é uma grande honra porque a gente trás para as crianças esperança, possibilita alegria e satisfação, pois às vezes as crianças esperam um ano todo para receberem um presente, por mais simples que seja, esperam o papai Noel, o carinho é muito mais gratificante pra essas crianças do que um simples presente” – contou o coord. Projeto floresta ativa, Paulo Bonassa.

Para os pais, o momento é de muita alegria: “a gente aqui no interior não têm tantas condições de comprar brinquedos para as crianças e esse pessoal veio com essa missão… deles ajudam bastante a gente, uma criança muito feliz com brinquedos, eu acho legal” – comentou a moradora da comunidade Anumã, Thalia Lopes Pinto.

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Semana da criança é marcada por apresentação de Circo na Mostra de Teatro de Santarém https://teste.projeto-zero.site/semana-da-crianca-e-marcada-por-apresentacao-de-circo-na-mostra-de-teatro-de-santarem/ https://teste.projeto-zero.site/semana-da-crianca-e-marcada-por-apresentacao-de-circo-na-mostra-de-teatro-de-santarem/#respond Fri, 11 Oct 2019 23:12:23 +0000 https://projeto-zero.site/redemocoronga/?p=9707 Durante a 29ª Mostra de Teatro Amador de Santarém palhaços levaram alegria para a plateia na Casa de Cultura;

Na semana dedicada às artes, a vigésima nona edição da mostra de teatro amador contou também com a arte circense. Magia, diversão e muita alegria marcaram a noite do dia 9 de outubro. O evento foi realizado no período de 4 a 13 e contou com diversas apresentações de artistas da região.

A noite do circo foi protagonizada pelo Palhaço Pimentinha (José Luiz Barbosa da Cunha – Músico/Filarmônica Municipal de Santarém), Batata (Walter Oliveira/ativista popular) e Maria Peixe Boi (Adriane Gama/educadora ambiental – Grupo Papaxibé), Rapadura (Joane Bentes/estudante, artista e articuladora social) e Dona Câmbia (Elis Lucien/educadora popular).

Para Lucien, o momento foi também de recordar os frutos do trabalho da educação popular nas comunidades da Amazônia: “Educadores populares formados pela arte educação do Projeto Saúde e Alegria com um trabalho de educomunicação nas comunidades ribeirinhas de sua atuação a 30 anos, referenciados pelo seu mestre palhaço Magnólio (advogado, professor de educação física, assistente social e educador popular), que abrilhantava as noites estreladas do GranCirco Mocoronga de Saúde e Alegria, que deixou frutos” – conta.

A XXIX Mostra de Teatro Amador de Santarém homenageou Odete Costa pelas contribuições no teatro e cultura local.

Sobre a Atas

Foi fundada em de 07 de fevereiro de 1993 e surgiu quando a Mostra de Teatro já era uma realidade. A entidade organizou então a III Mostra, realizada em 1991 pelos grupos Gruteja e Terra Firme, que 1992 contou com a ajuda dos grupos Acauã e Gtcam. Esses grupos formavam o movimento pró-ATAS deram início ao evento anual que completou em 2019 a 29ª edição, sempre utilizando o auditório da Casa da Cultura.

A Mostra de Teatro reúne grande número de grupos teatrais da cidade. Objetivo da Mostra de Teatro é estimular a produção de espetáculos teatrais em Santarém e de outras localidades a participarem do evento e incentivar a circulação de espetáculos teatrais, possibilitando a integração e intercâmbio dos artistas do teatro.

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Semana Mundial do Meio Ambiente com Saúde e Alegria https://teste.projeto-zero.site/meio-ambiente-com-saude-e-alegria/ https://teste.projeto-zero.site/meio-ambiente-com-saude-e-alegria/#respond Wed, 05 Jun 2019 01:12:38 +0000 https://projeto-zero.site/redemocoronga/?p=9136 Abertura da programação da semana mundial do meio ambiente coordenada localmente pela Prefeitura de Santarém reuniu professores na Escola de artes Emir Bemerguy e contou com a animação dos palhaços arte educadores do PSA;

O evento que marca oficialmente as atividades da semana do meio ambiente da rede municipal de ensino foi realizado nesta terça (04) para mobilizar e inspirar as escolas a realizarem ações de educação ambiental focando atitudes responsáveis com o meio ambiente e o consumo consciente dos estudantes.

Gestores Escolares e Coordenadores das Unidades de Educação da Rede Municipal de Educação participaram do encontro que destaca o tema “Meio ambiente, responsabilidade de todos”. A pedagoga da Semed – Gerusa Vidal destacou a proposta da atividade junto aos educadores: “A gente está planejando montar uma agenda ambiental da secretaria e das escolas. A intenção é estimular os professores e diretores para pensarem uma agenda positiva nas questões ambientais em relação a temas que tem conexão com a realidade escolar”.

O projeto Saúde e Alegria participou da abertura com a intervenção lúdica sobre educação ambiental com os educadores sociais e palhaços Pimenta e Leila. A arte educadora do PSA- Elis Lucien relembrou que o projeto, há anos, desenvolve junto as comunidades da região o trabalho de educação ambiental, e que, em 2015 fez uma parceria com a prefeitura de Santarém para elaborar um guia pedagógico para professores com conteúdo lúdico e informativo sobre o trabalho de educação ambiental para as comunidades, dentre elas Suruacá.

O Projeto Territórios de Aprendizagem, fruto da parceria entre o Projeto Saúde e Alegria – PSA e a Secretaria Municipal de Educação de Santarém com o apoio do Programa Norte de Saberes da Fundação Carlos Chagas, surgiu com o intuito de trazer referências pedagógicas que pudessem contribuir no processo de conquista das melhorias necessárias à educação no contexto amazônico.

O programa compreendeu a escola a partir do conceito de território – espaço marcado não apenas pelas características geográficas, como também pelas relações humanas, auxiliando os sujeitos na compreensão de sua realidade, para que se tornem cidadãos mais críticos e reflexivos e que possam assim agir sobre ela.

O Guia de Apoio Pedagógico pode ser baixado aqui.

Fotos: Elis Lucien/PSA.

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